{"id":440,"date":"2024-10-31T15:07:17","date_gmt":"2024-10-31T18:07:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/?page_id=440"},"modified":"2026-04-15T00:44:48","modified_gmt":"2026-04-15T03:44:48","slug":"as-rosas-de-luxemburgo-2023-2024","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/?page_id=440","title":{"rendered":"As Rosas de Luxemburgo"},"content":{"rendered":"<h4><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-956 aligncenter\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/header-site-rosas-2026.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"341\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/header-site-rosas-2026.png 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/header-site-rosas-2026-300x100.png 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/header-site-rosas-2026-768x256.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\">Apresenta\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/span><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">O grupo \u201cAs Rosas de Luxemburgo\u201d foi criado na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em Vit\u00f3ria da Conquista, no ano de 2023. Importante registrar que a iniciativa surgiu a partir do Projeto de extens\u00e3o \u201cAs mulheres na Sociedade de Classes\u201d, realizado entre 2019 e 2022, quando articulou um curso sobre \u201cO capital\u201d, um sobre as categorias do pensamento marxista e tr\u00eas de forma\u00e7\u00e3o feminista.<br \/>\n\u201cAs Rosas de Luxemburgo\u201d tem por finalidade ampliar a compreens\u00e3o sobre a Epistemologia Feminista Contempor\u00e2nea e pautar sua aplica\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do conhecimento em distintas \u00e1reas do saber.<\/p>\n<p>O Grupo de estudos \u201cAs Rosas de Luxemburgo\u201d convida a comunidade a debater a Teoria do Valor e a Reprodu\u00e7\u00e3o Social. Dialogaremos com a obra \u201cO arcano da reprodu\u00e7\u00e3o: donas de casa, prostitutas, oper\u00e1rios e capital\u201d, de Leopoldina Fortunati; com o pensamento marxiano e com as te\u00f3ricas marxistas feministas. As sess\u00f5es ter\u00e3o in\u00edcio no dia 17 de abril de 2026 e ocorrer\u00e3o quinzenalmente, \u00e0s sextas-feiras, das 17 \u00e0s 19h, no CEDOC. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio fazer inscri\u00e7\u00e3o. Todes s\u00e3o bem-vindes!<\/p>\n<p>O \u201cRosas de Luxemburgo\u201d \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o coordenada pela linha de pesquisa que concentra sua an\u00e1lise e produ\u00e7\u00e3o na \u201cEpistemologia feminista contempor\u00e2nea e no pensamento afro-latino-americano\u201d, vinculada ao Laborat\u00f3rio de Estudos Marxistas, cadastrado no Diret\u00f3rio de grupos de pesquisa do CNPq.<\/p>\n<p><strong>\u00c9<\/strong><strong> com grande alegria que compartilhamos a sele\u00e7\u00e3o do \u201cRosas\u201d pela Editora Boitempo<\/strong> para compor o quadro dos coletivos e grupos de pesquisa que discutir\u00e3o a obra de Leopoldina Fortunati. Os registros dos encontros e o relato sobre a experi\u00eancia ser\u00e3o divulgados pela editora em sua rede de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>I<strong>nforma\u00e7\u00f5es sobre o funcionamento do Grupo:<\/strong><\/p>\n<p>Datas: a partir de 17 de abril, reuni\u00f5es quinzenais, \u00e0s sextas-feiras;<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio: 17 \u00e0s 19h<\/p>\n<p>Local: Sala do CEDOC<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Profa. Dra. Cleide de Lima Chaves e Prof. Dra. M\u00e1rcia Lemos<\/p>\n<p>Metodologia:Todas as sess\u00f5es ter\u00e3o uma mediadora e uma debatedora. Vinte minutos para a exposi\u00e7\u00e3o da tese central, dez para apresenta\u00e7\u00e3o das quest\u00f5es norteadoras e noventa para o debate.<\/p>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><strong>A seguir compartilhamos as motiva\u00e7\u00f5es do \u201cRosas\u201d para concentrar os estudos de 2026 na Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social (TRS) <\/strong><\/p>\n<p>Os \u00f3bices para os estudos sobre as mulheres na Hist\u00f3ria do Ocidente s\u00e3o de distintas ordens, parte deles vinculados ao dom\u00ednio masculino, legitimado pela tradi\u00e7\u00e3o judaico-crist\u00e3, pelo pensamento filos\u00f3fico desenvolvido no mundo Greco-romano e pelo saber cient\u00edfico produzido a partir da modernidade iluminista. Estes campos surgiram dentro de sociedades patriarcais, onde o direito do homem \u00e0 propriedade e as prerrogativas sobre os lugares de poder e decis\u00e3o foram estruturados em direta rela\u00e7\u00e3o com os modos de produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o da vida. Essa condi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica n\u00e3o foi o suficiente para impedir o avan\u00e7o da epistemologia feminista e o imperativo de localizar as mulheres enquanto sujeitas nas distintas forma\u00e7\u00f5es sociais. Nesta perspectiva, o trabalho dom\u00e9stico, tal qual o conhecemos no mundo atual, j\u00e1 foi objeto de amplo debate entre as feministas nos s\u00e9culos XIX e XX, quanto ao seu car\u00e1ter remunerado ou n\u00e3o, produtivo ou improdutivo, considerado ou n\u00e3o a partir da teoria do valor de Karl Marx. No s\u00e9culo XXI, esse debate ganhou novos contornos a partir dos estudos das pesquisadoras vinculadas a Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social (TRS), que t\u00eam proposto repensar os paradigmas estabelecidos. Tal baliza te\u00f3rica destaca que o mito de um dom\u00ednio dom\u00e9stico restrito \u00e0s mulheres e associado ao cuidado familiar \u201cpor amor\u201d \u00e9 um constructo moderno, pois n\u00e3o encontra correspond\u00eancia nas sociedades que precederam a acumula\u00e7\u00e3o primitiva de capitais.<\/p>\n<p>Entre as obras seminais que, na d\u00e9cada de 1980, pautaram o debate sobre as assimetrias de g\u00eanero e o capital a partir de uma cr\u00edtica feminista da economia pol\u00edtica, est\u00e1 \u201cO arcano da reprodu\u00e7\u00e3o: donas de casa, prostitutas, oper\u00e1rios e capital\u201d. Autoras como Leopoldina Fortunati, Eleanor Leacock, Lise Vogel, entre outras, foram restritamente divulgadas, traduzidas e\/ou severamente julgadas em seu rigor cient\u00edfico. Este fato torna incontorn\u00e1vel a necessidade de revisit\u00e1-las e dar ampla circula\u00e7\u00e3o \u00e0s suas ideias. Soma-se a esta prem\u00eancia, o imperativo de enfrentar de forma qualificada o conservadorismo da extrema-direita expresso em movimentos mis\u00f3ginos, como o \u201cRedpill.\u201d<\/p>\n<p>Na centralidade das reflex\u00f5es est\u00e1 a pol\u00eamica sobre o trabalho dom\u00e9stico como criador de for\u00e7a de trabalho e valor; a aparente separa\u00e7\u00e3o entre as esferas da produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o social; a divis\u00e3o sexual do trabalho e a hierarquia interna ao proletariado; o assalariamento do trabalho dom\u00e9stico realizado no \u201clar\u201d; a reivindica\u00e7\u00e3o da \u201creprodu\u00e7\u00e3o socializada\u201d; a luta por servi\u00e7os sociais como creche, escola e hospital; a expropria\u00e7\u00e3o do corpo feminino, transformado em meio de trabalho. Por fim, o feminismo como constitutivo da luta de classes se coloca entre os movimentos sociais de vanguarda no s\u00e9culo XXI e enseja epistemologias disruptivas.<\/p>\n<p>De tal modo, na academia, foi tornando-se inadi\u00e1vel o estudo de obras que contribuem para a formula\u00e7\u00e3o de novas an\u00e1lises sobre trabalho sociorreprodutivo e mais-valor; opress\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o; processo de trabalho e de valoriza\u00e7\u00e3o nas sociedades capitalistas hodiernas, profundamente marcadas pela reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva do capital. Nunca \u00e9 demais lembrar que, historicamente, mulheres e pessoas racializadas s\u00e3o o alvo preferencial da superexplora\u00e7\u00e3o resultante da acumula\u00e7\u00e3o ampliada e das solu\u00e7\u00f5es adotadas para enfrentar a queda tendencial da taxa de lucro. Resta, pois, investigar os porqu\u00eas dessa condi\u00e7\u00e3o a partir de uma s\u00edntese cada vez mais complexa entre produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o social \u00e0 luz da teoria do valor marxiana. Nesta seara, localiza-se a proposta de examinar a contribui\u00e7\u00e3o de Leopoldina Fortunati, controversa e necess\u00e1ria, assim como as reflex\u00f5es das \u201cRosas de Luxemburgo\u201d sobre a Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social, no sert\u00e3o da Bahia.<\/p>\n<p>Venha construir conosco!!<\/p>\n<p><strong>Segue o link para acesso aos textos que ser\u00e3o debatidos:\u00a0 incluir o link<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Programa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 1<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 17 de abril de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>MARX, K. <em>O Capital<\/em>. Cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. Vol. 1. Tradu\u00e7\u00e3o de Rubens Enderle. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2013, cap\u00edtulos 4; 5 (A transforma\u00e7\u00e3o do dinheiro em capital; O processo de trabalho e o processo de valoriza\u00e7\u00e3o);<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 2<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 08 de maio de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>MARX, K. <em>O Capital<\/em>. Cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. Vol. 1. Tradu\u00e7\u00e3o de Rubens Enderle. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2013, cap\u00edtulos 6;7 (Capital constante e capital vari\u00e1vel; A taxa de mais-valor)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 3<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 22 de maio de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>MARX, K. <em>O Capital<\/em>. Cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. Vol. 1. Tradu\u00e7\u00e3o de Rubens Enderle. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2013, cap\u00edtulos 10; 13.3 (O conceito de mais-valor relativo e Maquinaria e grande ind\u00fastria &#8211; 3. Efeitos imediatos da produ\u00e7\u00e3o mecanizada sobre o trabalhador)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 4 -CICLO DE ESTUDOS BOITEMPO<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 05 de junho de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>FORTUNATI, Leopoldina. <strong>O arcano da reprodu\u00e7\u00e3o: donas de casa, prostitutas, oper\u00e1rios e capital. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2026.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 5 &#8211; CICLO DE ESTUDOS BOITEMPO<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 19 de junho de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>FORTUNATI, Leopoldina. <strong>O arcano da reprodu\u00e7\u00e3o: donas de casa, prostitutas, oper\u00e1rios e capital. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2026.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 6 &#8211; CICLO DE ESTUDOS BOITEMPO<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 10 de julho de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>FORTUNATI, Leopoldina. <strong>O arcano da reprodu\u00e7\u00e3o: donas de casa, prostitutas, oper\u00e1rios e capital. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2026.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 7 &#8211; CICLO DE ESTUDOS BOITEMPO<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 24 de julho\u00a0 de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>FORTUNATI, Leopoldina. <strong>O arcano da reprodu\u00e7\u00e3o: donas de casa, prostitutas, oper\u00e1rios e capital. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2026.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 8\u00a0<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 07 de agosto de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>VOGEL, Lise. <strong>Marxismo e a opress\u00e3o \u00e0s mulheres<\/strong><em>:<\/em> rumo a uma teoria unit\u00e1ria. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2022 [1983]. Parte 2;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 9<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 21 de agosto de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>VOGEL, Lise. <strong>Marxismo e a opress\u00e3o \u00e0s mulheres<\/strong><em>:<\/em> rumo a uma teoria unit\u00e1ria. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2022 [1983]. Parte 4;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 10<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 04 de setembro de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>BHATTACHARYA, Tithi (org.). <strong>Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social.<\/strong> Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023 [2017]. P. 17-42; 119-153;<\/p>\n<p>BHATTACHARYA, Tithi. O que \u00e9 a teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social?.\u00a0<em>Outubro Revista,<\/em>\u00a0n. 32, 4 set. 2019.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 11<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 18 de setembro de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>ARRUZZA, Cinzia. <strong>Liga\u00e7\u00f5es Perigosas. <\/strong>Casamentos e div\u00f3rcios entre marxismo e feminismo. S\u00e3o Paulo: Usina editorial, p. 2919, cap. 3.<\/p>\n<p>FONSECA, Rhaysa Sampaio Ruas da. Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social: apontamentos para uma perspectiva unit\u00e1ria das rela\u00e7\u00f5es sociais capitalistas. <strong>Rev. Direito e Pr\u00e1x<\/strong>., Rio de Janeiro, Vol. 12, N. 01, 2020, p.379-415.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 12<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 02 de outubro de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o Social e Marx<\/strong><\/span><\/p>\n<p>da Silva. Danielle Jardim. Olhares sobre Reprodu\u00e7\u00e3o Social em O Capital de Marx. In: VEREZA, Renata (Org.). <strong>G\u00eanero e Trabalho na Hist\u00f3ria<\/strong> [livro eletr\u00f4nico]. S\u00e3o Paulo: Usina Editorial, 2024. ePub.<\/p>\n<p>SILVA, Danielle Jardim.\u00a0 <strong>Feminismo, Fam\u00edlia e Reprodu\u00e7\u00e3o social <\/strong>&#8211; G\u00eanero em Marx, Engels e na Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores. S\u00e3o Paulo: Usina Editorial, 2026.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 13<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 16 de outubro de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Trabalho dom\u00e9stico e do cuidado<\/strong><\/span><\/p>\n<p>FRASER, Nancy A crise do cuidado? Sobre as contradi\u00e7\u00f5es sociorreprodutivas do capitalismo contempor\u00e2neo. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). <em>Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social<\/em>. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023 [2017].<\/p>\n<p>MOHANDESI, Salar; TEITELMAN, Emma. Sem reservas. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). <strong>Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social.<\/strong> Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023 [2017].<\/p>\n<p>LIMA, Kharina Roberta Santos; RAMALHO, Claudilene da Costa Ramalho. An\u00e1lises Acerca da Pol\u00edtica Nacional do Cuidado no Brasil e a Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social. In: <strong>Anais do 10\u00ba Encontro Internacional de Pol\u00edtica Social e 17\u00ba Encontro Nacional de Pol\u00edtica Social<\/strong><em> ISSN 2175-098X<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 14<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 30 de outubro de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Corpo, g\u00eanero e sexualidade<\/strong><\/span><\/p>\n<p>ARRUZZA, Cinzia. Considera\u00e7\u00f5es sobre g\u00eanero: reabrindo o debate sobre patriarcado e\/ou capitalismo. <em>Outubro Revista<\/em>, n. 23, p. 33-58, 2015.<\/p>\n<p>JAFFE, Aaron. O corpo e o g\u00eanero na Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social. In JAFFE, Aaron. <strong>\u00a0Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social e o horizonte socialista<\/strong>: trabalho, poder e estrat\u00e9gia pol\u00edtica. S\u00e3o Paulo: Usina, 2025, cap. 4<\/p>\n<p>SEARS, Alan. Entrevista: La reproducci\u00f3n social de la sexualidad. <a href=\"https:\/\/elporteno.cl\/entrevista-a-alan-sears-la-reproduccion-social-de-la-sexualidad\/\">https:\/\/elporteno.cl\/entrevista-a-alan-sears-la-reproduccion-social-de-la-sexualidad\/<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 15<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 13 de novembro de 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Pol\u00edtica de identidade e a quest\u00e3o racial<\/strong><\/span><\/p>\n<p>BANNERJI, H. Construindo a partir de Marx: reflex\u00f5es sobre \u201cra\u00e7a\u201d, g\u00eanero e classe Revista Direito e Pr\u00e1xis, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, p. 2079-2101, 2022.<\/p>\n<p>MACHADO, B\u00e1rbara Ara\u00fajo. <strong>Pol\u00edtica de identidade. <\/strong>\u00a0G\u00eanero, ra\u00e7a, classe, sexualidade e a forma\u00e7\u00e3o do movimento de mulheres negras no Brasil. S\u00e3o Paulo: Editora Dandara, 2024.<\/p>\n<p>RUAS, Rhaysa. <strong>O lugar do g\u00eanero e da ra\u00e7a na reprodu\u00e7\u00e3o capitalista<\/strong>: produ\u00e7\u00e3o da vida e da morte a partir do \u201cgenoc\u00eddio do negro brasileiro\u201d. 2024. 721 f. Tese (Doutorado em Direito) \u2013 Faculdade de Direito, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 16<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 27 de novembro e 2026<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sa\u00fade e Justi\u00e7a reprodutiva<\/strong><\/span><\/p>\n<p>CORREIA, D.; SARAIVA, C.; BELTR\u00c3O, M. Determina\u00e7\u00e3o social do processo sa\u00fade-doen\u00e7a e teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social: um di\u00e1logo necess\u00e1rio para refletir sobre as condi\u00e7\u00f5es de vida e trabalho no capitalismo dependente. In: DUARTE, L. S.; CORREIA, D. BARRETO, A. A. M.; BORGES, R. E. S.; CAMPOS, C. M. S. (Orgs.). <strong>Estado, depend\u00eancia e sa\u00fade coletiva<\/strong>: ensaios cr\u00edticos. S\u00e3o Paulo: Instituto de Sa\u00fade, 2025. 402 p<\/p>\n<p>MACHADO, Fernanda Catharino. <strong>Trabalho dom\u00e9stico n\u00e3o remunerado e sa\u00fade mental das mulheres no capitalismo dependente sob a perspectiva da Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong>. Disserta\u00e7\u00e3o Uff\/Servi\u00e7o social, 2026.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\">2025\u00a0<\/span><\/h4>\n<p>Durante o ano de 2025, \u201cO Rosas\u201d colocou em debate o pensamento afro-latino-americano, formulado a partir das lutas anticolonialistas, considerando obras seminais e hodiernas. Na oportunidade, objetivou-se discutir como as rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais e de g\u00eanero s\u00e3o constitutivas do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista e demarcam o desenvolvimento de uma pr\u00e1xis insurgente e um campo epist\u00eamico n\u00e3o euroc\u00eantrico. Em 2026 vamos aprofundar os estudos sobre a Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social. Aguardem as novidades!<\/p>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Programa\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Bloco I: Anticol<span style=\"color: #ff6600;\">onialismo<\/span> e a quest\u00e3o \u00e9tnico-racial: reflex\u00f5es a partir de obras seminais<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>S<span style=\"color: #808080;\">ess\u00e3o 1<\/span><\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 09 de maio de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>MARX, Karl. A Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos da Am\u00e9rica [1865]. In: MUSTO, Marcello (org.). <strong>Trabalhadores, uni-vos! Antologia Pol\u00edtica da I Internacional<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2015a.<\/p>\n<p>LUXEMBURGO, Rosa. A luta contra a economia natural. In: <strong>A cumula\u00e7\u00e3o do capital<\/strong>. Estudo sobre a interpreta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Imperialismo. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1970.<\/p>\n<p>FONSECA, Rhaysa Sampaio Ruas da. Ra\u00e7a, g\u00eanero e marxismo mefricano: desfezar mitos (re) construir caminhos de emancipa\u00e7\u00e3o. <strong>Germinal<\/strong>: marxismo e educa\u00e7\u00e3o em debate, Salvador, v.14, n.2, p.267-284, ago. 2022. ISSN: 2175-5604.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 2<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 16 de maio de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>DU BOIS, W. E. B. <strong>As almas da gente negra.<\/strong> Rio de Janeiro: Lacerda Editora, 1999.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 3<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 23 de maio de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>FANON, Frantz. Pref\u00e1cio. Introdu\u00e7\u00e3o. A experi\u00eancia vivida do Negro<strong>. In: Pele Negra, M\u00e1scaras brancas<\/strong>. Salvador: EDUFBA, 2008.<\/p>\n<p>FANON, Frantz. Da viol\u00eancia. In: <strong>Os condenados da terra<\/strong>. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o brasileira, 1968.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 4<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 30 de maio de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>C\u00c9SAIRE, A. <strong>Discurso sobre o colonialismo<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o: No\u00e9mia de Sousa. Paris: \u00c9ditiones Pres\u00e9nce Africaine, 1955; Lisboa (PT): S\u00e1 da Costa, 1978.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 5<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 06 de junho de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>DAVIS, A. <strong>Mulheres<\/strong>, <strong>ra\u00e7a e classe.<\/strong> Tradu\u00e7\u00e3o de Heci Regina Candiani. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2016.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 6<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 13 de junho de 2025 (recesso 20 a 27\/ 19)<\/strong><\/span><\/p>\n<p>GONZALEZ, L\u00e9lia. <strong>Por um feminismo afro-latino-americano<\/strong>: ensaios, interven\u00e7\u00f5es e di\u00e1logos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020, p. 25-64.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 7<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 04 de julho de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>DE JESUS, Carolina Maria. <strong>Quarto de Despejo. <\/strong>Di\u00e1rio de uma favelada. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica, 2014.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 8<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 11 de julho de 2025 (13 a 18 de julho &#8211; Anpuh)<\/strong><\/span><\/p>\n<p>ANGELOU, Maya. <strong>Eu sei por que o p\u00e1ssaro canta na gaiola.<\/strong> S\u00e3o Paulo: Astral cultural, 2018.<\/p>\n<p>DE SOUSA, No\u00e9mia. <strong>Sangue Negro. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Editora Kapulana, 2016.<\/p>\n<p><strong>\u00d4R\u00cd.<\/strong> Dire\u00e7\u00e3o de Beatriz Nascimento e Raquel Gerber. Brasil: Estelar Produ\u00e7\u00f5es Cinematogr\u00e1ficas e Culturais Ltda, 1989, v\u00eddeo (131 min), colorido. Relan\u00e7ado em 2009, em formato digital. Dispon\u00edvel em: Prime V\u00eddeo.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Bloco II: Entre a p\u00f3s-colonialidade e a decolonialidade: di\u00e1logos e tens\u00f5es<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 9<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 25 de julho de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>SPIVAK. G. C. <strong>Pode o subalterno falar?<\/strong> Traduzido por Sandra Regina G. Almeida; Marcos P. Feitosa e Andr\u00e9 P. Feitosa. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 10<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 01 de agosto de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Mohanty, Chandra Talpadi. <strong>Sob olhos ocidentais. <\/strong>Rio de Janeiro: Zazie Edi\u00e7\u00f5es, 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 11<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 08 de agosto de 2025 (15 \u00e9 feriado)<\/strong><\/span><\/p>\n<p>QUIJANO, A. Colonialidade do poder, eurocentrismo e Am\u00e9rica Latina. In: LANDER, E.<strong> (org). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ci\u00eancias sociais<\/strong>. Perspectivas latino-americanas. Ciudad Aut\u00f3noma de Buenos Aires: CLACSO, 2005. p.118-142.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 12<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 22 de agosto de 2025\/ (25 a 29 \u2013 NIEP)<\/strong><\/span><\/p>\n<p>DUSSEL, E. 1492: <strong>O Encobrimento do Outro<\/strong>: a origem do \u201cmito da modernidade\u201d. Petr\u00f3polis: Vozes, 1993.<\/p>\n<p>GROSFOGUEL, Ram\u00f3n. A estrutura do conhecimento nas universidades ocidentalizadas: racismo\/sexismo\/ epist\u00eamico e os quatro genoc\u00eddios\/epistemic\u00eddios do longo s\u00e9culo XVI. <strong>Revista Sociedade e Estado<\/strong> \u2013 Volume 31 n\u00ba 1 Janeiro\/Abril 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 13<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 05 de setembro de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>MBEMBE, A. <strong>Cr\u00edtica da Raz\u00e3o Negra<\/strong>. Ed. Ant\u00edgona, Lisboa, 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 14<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 12 de setembro de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>MOURA, Cl\u00f3vis. <strong>As injusti\u00e7as de Clio<\/strong>: o negro na historiografia brasileira. Belo Horizonte: Oficina de Livros, 1990.<\/p>\n<p>BOTELHO, J. A fase contempor\u00e2nea do imperialismo e o aprofundamento do racismo como estrat\u00e9gia de domina\u00e7\u00e3o. In: FERNANDES, L.E. (org.). <strong>Introdu\u00e7\u00e3o ao imperialismo tardio.<\/strong> S\u00e3o Paulo: Ruptura Editorial; LavraPalavra, 2022. p. 225-247.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 15<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 19 de setembro de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>POST, Charles. Marxismo e opress\u00e3o racial: por uma teoria unificada. <strong>Revista Marx e o Marxismo,<\/strong> v.10, n.19, jul\/dez 2022.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Di\u00e1logos liter\u00e1rios e cinematogr\u00e1ficos: a definir<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 16<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 26 de setembro de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>LEMEBEL, Pedro. <strong>Poco hombre. <\/strong>Escritos de uma bicha terceiro mundista. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 2023.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Bloco III: O pensamento feminista negro e o \u201cgiro decolonial\u201d: debates e controv\u00e9rsias<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 17<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 03 de outubro de 2025 <\/strong><\/span><\/p>\n<p>DAVIS, A. <strong>A liberdade \u00e9 uma luta constante.<\/strong> Tradu\u00e7\u00e3o de Heci Regina Candiani. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2018.<\/p>\n<p>GONZALEZ, L\u00e9lia. <strong>Por um feminismo afro-latino-americano<\/strong>: ensaios, interven\u00e7\u00f5es e di\u00e1logos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020, p. 127-150.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 18<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 10 de outubro (Sess\u00e3o dentro do Semin\u00e1rio do LEMarx)<\/strong><\/span><\/p>\n<p>bell hooks. Mujeres negras. Dar forma a la teor\u00eda feminista. In: Avtar Brah, Chela Sandoval, Gloria Anzald\u00faa&#8230;<strong>Otras inapropiables<\/strong>: Feminismos desde las fronteras. Organizado pelo coletivo feminista Eskalera Karakola. Madrid: Editora Traficantes de Sue\u00f1os, 2004.<\/p>\n<p>Kum-Kum Bhavnani y Margaret Coulso. Transformar el feminismo socialista. In: Avtar Brah, Chela Sandoval, Gloria Anzald\u00faa&#8230;<strong>Otras inapropiables<\/strong>: Feminismos desde las fronteras. Organizado pelo coletivo feminista Eskalera Karakola. Madrid: Editora Traficantes de Sue\u00f1os, 2004.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 19<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 17 de outubro de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>CARNEIRO, Sueli <strong>&#8211; Enegrecer o feminismo<\/strong><em>: <\/em>a situa\u00e7\u00e3o da mulher negra na Am\u00e9rica latina a partir de uma perspectiva de g\u00eanero. Geled\u00e9s, 2013.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 20<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 24 de outubro de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>COLLINS, P. H; BILGE, S. <strong>Interseccionalidade<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2021.<\/p>\n<p>FERGUSON, Susan. \u201cFeminismos interseccional e da reprodu\u00e7\u00e3o social: rumo a uma ontologia integrativa\u201d. In <strong>Cadernos Cemarx<\/strong>, n\u00ba 10, 2017 [2016], p. 13 -38.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 21<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>31 de outubro de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>KILOMBA, Grada. <strong>Mem\u00f3rias da planta\u00e7\u00e3o<\/strong>. Epis\u00f3dios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Cabog\u00f3, 2019.<\/p>\n<p>MI\u00d1OSO, Yuderkys Espinosa. \u201cEtnocentrismo y colonialidad en los feminismos latinoamericanos: complicidades y consolidaci\u00f3n de las hegemonias feministas en el espacio transnacional\u201d. <strong>Revista Venezolana de Estudios de la Mujer<\/strong>, v. 14. n. 33, p. 37-54, jul.- dez. 2009.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 22<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 07 de novembro de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>ANZALD\u00daA, Gloria. La conciencia de la mestiza: rumo a uma nova consci\u00eancia.\u00a0<strong>Revista estudos feministas<\/strong>, v. 13, p. 704-719, 2005.<\/p>\n<p>ANZALD\u00daA, Gl\u00f3ria. Falando em l\u00ednguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. <strong>Estudos feministas<\/strong>, ano 8, n. 230, 2020.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 23<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 14 de novembro de 2025 (21 de novembro \u00e9 feriado)<\/strong><\/span><\/p>\n<p>LUGONES MAR\u00cdA . Colonialidad y g\u00e9nero. <strong>Tabula Rasa<\/strong>. Bogot\u00e1, 2008, n. 9, p. 73-101. ISSN: 1794-2489.<\/p>\n<p>OY\u011aW\u00d9M\u00cd, Oy\u00e8r\u00f3nk\u00e9. Conceituando o g\u00eanero: os fundamentos euroc\u00eantricos dos conceitos feministas e o desafio das epistemologias africanas. <strong>CODESRIA Gender Series<\/strong>, v. 1, p. 1-8, 2004.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 24<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 28 de novembro de 2025 <\/strong><\/span><\/p>\n<p>SEGATO, Rita Laura. G\u00eanero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabul\u00e1rio estrat\u00e9gico descolonial. E-cadernos CES, n. 18, 2012.<\/p>\n<p>FIGUEIREDO, A. Carta de uma ex-mulata \u00e0 Judith Butler. Revista Peri\u00f3dicus, [S. l.], v. 1, n. 3, p. 152\u2013169, 2015.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 25<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 05 de dezembro de 2025<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Di\u00e1logos liter\u00e1rios e cinematogr\u00e1ficos: a definir<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o 26<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 12 de dezembro de 2025<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Buchi Emecheta. <strong>As alegrias da maternidade<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Editora <strong>Dublinense<\/strong>, 2018.<\/p>\n<p>Concei\u00e7\u00e3o Evaristo. <strong>Da grafia desenho de minha m\u00e3e \u00e0 g\u00eanese da minha escrita.<\/strong> Texto apresentado na Mesa de Escritoras Afro-brasileiras, no XI Semin\u00e1rio Nacional Mulher e Literatura\/II Semin\u00e1rio Internacional Mulher e Literatura, Rio de Janeiro, 2005. Publicado no livro Representa\u00e7\u00f5es Perform\u00e1ticas Brasileiras: te\u00f3rias, pr\u00e1ticas e suas interfaces. Marcos Ant\u00f4nio Alexandre (org.). Belo Horizonte: Mazza Edi\u00e7\u00f5es, 2007. p 16-21.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\">2024<\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Programa\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong><\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o I: Hist\u00f3ria da Sexualidade<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 14 de agosto 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>FOUCAULT, Michel. Hist\u00f3ria da Sexualidade I. A vontade de saber. Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro: Edi\u00e7\u00f5es Graal, 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o II: G\u00eanero<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 23 de agosto 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>BUTLER, Judith. Actos perfomativos e constitui\u00e7\u00e3o de g\u00e9nero. Um ensaio sobre fenomenologia e teoria feminista. In: MACEDO, Ana Gabriela; RAYNER, Francesca (Org.). G\u00eanero, cultura visual e perfomance. Antologia cr\u00edtica. Minho: Universidade do Minho\/H\u00famus, 2011.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o III: Sexo<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 30 de agosto 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>BUTLER, J. Corpos que importam: os limites discursivos do &#8220;sexo&#8221;. S\u00e3o Paulo: N-1 Edi\u00e7\u00f5es e Crocodilo, 2019.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o IV: Sexualidade e capitalismo<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 06 de setembro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>D&#8217;EMILIO, John. Capitalism and Gay Identity. In: ABELOVE, Henry; BARALE, Mich\u00e8le; HALPERIN, David Peter; The lesbian and gay studies reader. New York: Routledge, 1993, p. 467-476.<\/p>\n<p>TREVISAN, Jo\u00e3o Silv\u00e9rio. Devassos no para\u00edso: a homossexualidade no Brasil, da col\u00f4nia \u00e0 atualidade. 4. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2018.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o V: Sexualidade e Socialismo<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 13 de setembro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>WOLF, Sherry. Sexualidade e Socialismo: hist\u00f3ria, pol\u00edtica e teoria da liberta\u00e7\u00e3o LGBT. S\u00e3o Paulo: Autonomia, 2021.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o VI: Marxismo, g\u00eanero e sexualidade<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 20 de setembro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>REBUCINI, G. Marxismo queer: abordagens materialistas das identidades sexuais. In: ABREU, M.; CASTRO, B. et. al. Dossi\u00ea: \u201cMarxismos, feminismos, queer e sexualidade\u201d<br \/>\n(Parte I). In: Cr\u00edtica Marxista, no 48. S\u00e3o Paulo: Editora da UNESP, 2019, p. 109-125.<\/p>\n<p>TOITIO, Rafael Dias. Um marxismo transviado. Cadernos Cemarx, Campinas, SP, n. 10, p. 61\u201382, 2018. DOI: 10.20396\/cemarx.v0i10.10921. Dispon\u00edvel em:<br \/>\nhttps:\/\/econtents.bc.unicamp.br\/inpec\/index.php\/cemarx\/article\/view\/10921. Acesso em: 3 jul. 2024.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o VII: A Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 27 de setembro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>MARX, K. O Capital. Cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. Vol. 1. Tradu\u00e7\u00e3o de Rubens Enderle. S\u00e3oPaulo: Boitempo, 2013, cap\u00edtulo 5.<\/p>\n<p>BHATTACHARYA, Tithi. Introdu\u00e7\u00e3o. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023 [2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o VIII: A Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 04 de outubro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>FRASER, Nancy. A crise do cuidado? Sobre as contradi\u00e7\u00f5es sociorreprodutivas do capitalismo contempor\u00e2neo. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023 [2017]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o IX: A Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 11 de outubro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>MOHANDESI, Salar; TEITELMAN, Emma. Sem reservas. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023 [2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o X: A Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 18 de outubro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>BHATTACHARYA, Tithi. Como n\u00e3o passar por cima da classe: reprodu\u00e7\u00e3o social do trabalho e a classe trabalhadora global. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023 [2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o XI: A Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 25 de outubro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>MCNALLY, David. Intersec\u00e7\u00f5es e dial\u00e9tica: reconstru\u00e7\u00f5es cr\u00edticas na teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023 [2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o XII: A Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 01 de novembro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>FERGUNSON, Susan. Crian\u00e7as, inf\u00e2ncia e capitalismo: uma perspectiva da reprodu\u00e7\u00e3o social. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023[2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o XIII: A Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 08 de novembro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>HOPKINS, Carmen Teeple. Muito trabalho, pouco laser: reprodu\u00e7\u00e3o social, migra\u00e7\u00e3o e trabalho dom\u00e9stico remunerado em Montreal. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023[2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o XIV: A Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 15 de novembro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>ORAN, Serap Saritas. Aposentadoria, pens\u00f5es e reprodu\u00e7\u00e3o social. In. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023[2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o XV: A Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 22 de novembro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>SEARS, Alan. Pol\u00edtica dos corpos e reprodu\u00e7\u00e3o social. In. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023[2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o XVI:<\/strong><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>Data: 29 de novembro de 2024<\/strong><\/span><\/p>\n<p>ARRUZA, Cinzia. Do feminismo da reprodu\u00e7\u00e3o social \u00e0 greve de mulheres. In. In: BHATTACHARYA, Tithi (org.). Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023[2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\">2023\u00a0<\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #ff6600;\">Programa\u00e7\u00e3o<\/span><\/h4>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o I: Patriarcado<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>ENGELS, F. <em>A origem da fam\u00edlia, da propriedade privada e do Estado<\/em>. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2012. Cap. II (A fam\u00edlia)<\/p>\n<p>LEACOCK, ELEANOR BURKE. Introdu\u00e7\u00e3o: Engels e a Hist\u00f3ria da Opress\u00e3o das Mulheres. In: <em>Mitos da domina\u00e7\u00e3o masculina<\/em>. [Tradu\u00e7\u00e3o de Susana Vasconcelos Jimenez]. \u2013 S\u00e3o Paulo: Instituto Luk\u00e1cs, 2019, p. 35-63.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o II: Patriarcado<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>LERNER, Gerda. <em>A cria\u00e7\u00e3o do patriarcado<\/em>: hist\u00f3ria da opress\u00e3o das mulheres pelos homens. Tradu\u00e7\u00e3o: Luiza Sellera. S\u00e3o Paulo: Cultrix, 2019. Cap. 11. (A cria\u00e7\u00e3o do Patriarcado).<\/p>\n<p>SAFFIOTI, Heleieth. <em>G\u00eanero, patriarcado, viol\u00eancia.<\/em> 2\u00aa ed, S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular: Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo, 2015. P. 101-149.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o III: Feminismo negro<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>HOOKS, Bell. <em>Teoria feminista. <\/em>Da margem ao centro. Tradu\u00e7\u00e3o de Rainer Patriota. S\u00e3o Paulo: Perspectiva, 2019. (Cap\u00edtulo 7).<\/p>\n<p>GONZALEZ, L\u00e9lia. <em>Por um feminismo afro-latino-americano<\/em>: ensaios, interven\u00e7\u00f5es e di\u00e1logos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020. (Primeira parte: Ensaios).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o IV: Interseccionalidade<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>COLLINS, Patr\u00edcia Hill; BILGE, Sirma. <em>Interseccionalidade.<\/em> S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2021 [2020]. Mediadora: B\u00e1rbara<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o V: Consubstancialidade e feminismo materialista<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>KERGOAT, D. Din\u00e2mica e Consubstancialidade das rela\u00e7\u00f5es sociais. Tradu\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nia Malta Campos. In: <em>Novos Estudos. <\/em>CEPRAB, n\u00ba 86 \u2013 mar\u00e7o, 2010, p.93-103.<\/p>\n<p>CURIEL, Ochy e FALQUET, Jules. In. Introdu\u00e7\u00e3o. In: Ver\u00f4nica Ferreira [et al.]. (Org.). <em>O patriarcado desvendado<\/em>: teorias de tr\u00eas feministas Materialistas. Recife: SOS Corpo, 2014, p. 7-26.<\/p>\n<p>GALERAND, E.; KERGOAT, D. Consubstancialidade versus Interseccionalidade? A prop\u00f3sito da imbrica\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais. In: KERGOAT, D. <em>Lutar, dizem elas<\/em>&#8230; (Coord.). Recife: SOS Corpo, 2018, p. 243-280.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o VI: Teoria Unit\u00e1ria e Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>VOGEL, Lise. <em>Marxismo e a opress\u00e3o \u00e0s mulheres:<\/em> rumo a uma teoria unit\u00e1ria. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2022 [1983].<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o VII: Teoria Unit\u00e1ria e Teoria da Reprodu\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>ARRUZZA, Cinzia. <em>Liga\u00e7\u00f5es Perigosas.<\/em> Casamentos e div\u00f3rcios entre marxismo e feminismo. S\u00e3o Paulo: Usina, 2019 [2013].<\/p>\n<p>BHATTACHARYA, Tithia (org.). <em>Teoria da reprodu\u00e7\u00e3o social<\/em>. Remapear a classe, recentralizar a opress\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Elefante, 2023 [2017].<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong> Sess\u00e3o VIII: G\u00eanero\u00a0<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>SCOTT, J. G\u00eanero: uma categoria \u00fatil de an\u00e1lise hist\u00f3rica. <em>Revista Educa\u00e7\u00e3o e Realidade<\/em>, v. 20, n.2, p. 71-99, jul.\/dez. 1995.<\/p>\n<p>MATHIEU, Nicole-Claude. Identidade sexual\/sexuada\/de sexo? Tr\u00eas modos de conceitualiza\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o entre sexo e g\u00eanero. In: Ver\u00f4nica Ferreira [et al.]. (Org.). <em>O patriarcado desvendado<\/em>: teorias de tr\u00eas feministas Materialistas. Recife: SOS Corpo, 2014, p. 175-222.<\/p>\n<p>BAPTISTA, Maria Manuel. (ORG.) <em>G\u00e9nero e Performance<\/em> \u2014 Textos essenciais Vol. I. Coimbra: Gr\u00e1cio Editor, 2018.<\/p>\n<p>ARRUZZA, Cinzia. Considera\u00e7\u00f5es sobre g\u00eanero: reabrindo o debate sobre patriarcado e\/ou capitalismo. <em>Outubro Revista<\/em>, n. 23, p. 33-58, 2015.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o IX: Colonialidade e Decolonialidade<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>VARGAS, Gina. Teor\u00eda y Epistemolog\u00eda de la Teor\u00eda de la Colonialidad del Poder. In: <em>Teorias em movimento<\/em>. Reflex\u00f5es feministas na articula\u00e7\u00e3o feminista Marcosul. Recife: SOS Corpo, 2014, p. 145-166.<\/p>\n<p>LUGONES, Mar\u00eda. Colonialidad y g\u00e9nero.\u00a0 In: <em>Tabula rasa<\/em> [online]. 2008, n.9, pp.73-102.<\/p>\n<p>MENDOZA, Breny. A colonialidade do g\u00eanero e o poder: da p\u00f3s-colonialidade \u00e0 decolonialidade. In: <em>Revista<\/em> X, v. 16, n. 1, p. 290-318, 2021.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808080;\"><strong>Sess\u00e3o X: Trabalho e divis\u00e3o sexual do trabalho<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>SOUZA-LOBO, Elisabeth. <em>A classe oper\u00e1ria tem dois sexos<\/em>: trabalho, domina\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia. 3. Ed. \u2013 S\u00e3o Paulo: Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo, Editora Express\u00e3o Popular, 2021.<\/p>\n<p>TARTUCE, Gisela Lobo BP. Cuidado e cuidadoras: as v\u00e1rias faces do trabalho do care.\u00a0<em>Cadernos de Pesquisa<\/em>, v. 43, n. 148, p. 366-372, 2013.<\/p>\n<p>HIRATA, Helena.\u00a0<em>O cuidado: Teorias e pr\u00e1ticas<\/em>. Boitempo Editorial, 2022.<\/p>\n<p>KERGOAT, Dani\u00e8le; HIRATA, Helena; LABORIE, Fran\u00e7oise. <em>Dicion\u00e1rio cr\u00edtico do feminismo<\/em>. Divis\u00e3o Sexual do Trabalho e Rela\u00e7\u00f5es Sociais de Sexo. Editora UNESP, 2009.<\/p>\n<p>HIRATA, Helena. Mudan\u00e7as e perman\u00eancias nas desigualdades de g\u00eanero. 2015.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apresenta\u00e7\u00e3o:\u00a0 O grupo \u201cAs Rosas de Luxemburgo\u201d foi criado na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em Vit\u00f3ria da Conquista, no ano de 2023. Importante registrar que a iniciativa surgiu a partir do Projeto de extens\u00e3o \u201cAs mulheres na Sociedade de Classes\u201d, realizado entre 2019 e 2022, quando articulou um curso sobre \u201cO capital\u201d, um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-440","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/440","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=440"}],"version-history":[{"count":26,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/440\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":958,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/440\/revisions\/958"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/laboratorios\/lemarx\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=440"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}