Uma vivência lúdica promovida pela professora Carmem Virgínia, do curso de Psicologia da Uesb, destaca o papel da sucata como ferramenta terapêutica e de expressão infantil, à luz da teoria de Vigotski
Durante a atividade, bolsistas e técnicos do NDCA participaram da proposta ativamente, interagindo com os objetos, enquanto a professora Carmem Virgínia ressaltava a importância do brincar como prática de cuidado e escuta. A oficina destacou como a imaginação emerge da ação concreta e como a relação da criança com o meio pode transformar situações cotidianas em experiências significativas de aprendizagem e desenvolvimento.
Mais do que resíduos, as sucatas foram ressignificadas como recursos expressivos, capazes de estimular a criatividade, a autonomia e o vínculo afetivo.
Realizada na sede do Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente (NDCA), a oficina propôs vivências criativas com materiais reaproveitados, inspiradas nas teorias de Lev Vigotski, que colocam a brincadeira no centro do desenvolvimento infantil. A atividade mostrou como objetos simples, quando ressignificados, podem se tornar ferramentas terapêuticas e de expressão subjetiva.
Para a equipe do NDCA, o encontro reforça que, com escuta sensível e intencionalidade, a brincadeira pode se tornar um potente instrumento de acolhimento, cuidado e construção de vínculos.
Produção Editorial
Ana Flávia Costa
Estudante de Jornalismo e bolsista de Extensão
Revisora Textual
Jeane Lima
Me. Em Educação – Equipe técnica NDCA|UESB