{"id":765,"date":"2016-09-08T11:23:22","date_gmt":"2016-09-08T11:23:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/?p=765"},"modified":"2016-09-15T17:26:54","modified_gmt":"2016-09-15T20:26:54","slug":"o-vasto-campo-da-engenharia-florestal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/o-vasto-campo-da-engenharia-florestal\/","title":{"rendered":"O vasto campo da Engenharia Florestal"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-842 size-full img-fluid\" title=\"Foto: Acervo do Curso\" src=\"http:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/10176211_589386604502217_7789237808790734597_n.jpg\" alt=\"Curso de T\u00e9cnicas de ascens\u00e3o vertical ao Dossel. \" width=\"960\" height=\"532\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/10176211_589386604502217_7789237808790734597_n.jpg 960w, https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/10176211_589386604502217_7789237808790734597_n-215x120.jpg 215w, https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/10176211_589386604502217_7789237808790734597_n-300x166.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/p>\n<p>A Engenharia Florestal est\u00e1 presente no Brasil desde os prim\u00f3rdios do seu descobrimento, mas s\u00f3 em 1960 que o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o foi regulamentado no pa\u00eds. Na Uesb, o curso foi institu\u00eddo em 2004, abrindo 40 vagas, pelo vestibular tradicional e pelo Sistema de Sele\u00e7\u00e3o Unificada (SiSU), destinadas a formar bachar\u00e9is capacitados a desenvolver, produzir, conduzir e conservar \u00e1reas florestais.<\/p>\n<blockquote>\n<h2>Informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas<\/h2>\n<p><strong>Cria\u00e7\u00e3o: 2004<br \/>\n<\/strong><strong>Modalidade<\/strong>: Bacharelado<br \/>\n<strong>Campus<\/strong>: Vit\u00f3ria da Conquista<br \/>\n<strong>Dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima<\/strong>: 10\u00a0semestres<\/p><\/blockquote>\n<p>O curso de Engenharia Florestal tem por objetivo envolver o aluno nas quatro \u00e1reas que podem ser exploradas profissionalmente. Deste modo, o discente ter\u00e1 contato com a Silvicultura, \u00e1rea que abrange a concep\u00e7\u00e3o de floresta, no que diz respeito a sua produ\u00e7\u00e3o, explorando disciplinas como Produ\u00e7\u00e3o de Mudas, Sementes Florestais e Patologia e Entomologia Florestal. O graduando tamb\u00e9m aprender\u00e1 como conduzir a floresta depois de plantada e o que fazer com esta produ\u00e7\u00e3o, estudando a \u00e1rea de Manejo Florestal e a \u00e1rea de Tecnologia de Produtos Florestais, a partir de disciplinas como Melhoramento Gen\u00e9tico, Sistemas Agroflorestais, Certifica\u00e7\u00e3o Florestal, Anatomia da Madeira, Recursos Energ\u00e9ticos, entre outras. Por fim, esse estudante tamb\u00e9m estudar\u00e1 a Ambi\u00eancia, \u00e1rea mais restrita aos aspectos ambientais do curso, lidando com Ecologia Florestal, Recupera\u00e7\u00e3o de \u00c1reas Degradadas e Avalia\u00e7\u00e3o de Impactos Ambientais.<\/p>\n<p>O ent\u00e3o coordenador do curso, professor Dalton Longue J\u00fanior, explica que, dentro dessas quatro \u00e1reas, esse profissional pode atuar na cidade e no campo. \u201cO engenheiro florestal se insere desde as \u00e1reas urbanas, onde temos bosques e pequenos fragmentos de florestas, em que, mesmo n\u00e3o tendo uma import\u00e2ncia num\u00e9rica, s\u00e3o de extrema import\u00e2ncia para regular a temperatura de uma cidade; at\u00e9 florestas p\u00fablicas como na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, regi\u00e3o pantaneira, mata atl\u00e2ntica e alguns biomas extremamente degradados\u201d, esclarece o coordenador. Longue ainda afirma que \u201cnessas \u00e1reas \u00e9 importante ter um engenheiro florestal auxiliando no manejo e enquadramento das florestas para que elas n\u00e3o sejam mais degradadas e ainda para atender a demanda da popula\u00e7\u00e3o com produtos florestais\u201d.<\/p>\n<h6 class=\"bloco_direita\">O Engenheiro Florestal \u00e9 um profissional fundamental tanto nas \u00e1reas de florestas como nas \u00e1reas urbanas.<\/h6>\n<p>Para aproximar os estudantes da viv\u00eancia com a Engenharia Florestal, o curso prop\u00f5e aulas de campo que explorem suas habilidades em mensura\u00e7\u00e3o florestal, manejo e silvicultura. Para isso, a Uesb disp\u00f5e de uma \u00e1rea externa formada por plantios de eucalipto, pinus e madeira nova e uma pequena mata, onde os alunos conhecem\u00a0uma parte da vegeta\u00e7\u00e3o da caatinga. Al\u00e9m disso, ainda existem laborat\u00f3rios destinados a pr\u00e1ticas de atividades de controle de pragas e doen\u00e7as. Para Rita de Cassia Freire, estudante do nono semestre, \u201co curso de Engenharia Florestal \u00e9 muito amplo e permite que o aluno tenha contato com diversas \u00e1reas. Todas essas \u00e1reas permitem que a gente aprenda a manejar os recursos naturais de forma sustent\u00e1vel de forma que esses recursos fiquem para as gera\u00e7\u00f5es futuras\u201d, comenta Freire.<\/p>\n\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 25%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-765 gallery-columns-4 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/1-2.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"215\" height=\"120\" src=\"https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/1-2-215x120.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-840\" title=\"Foto: Luma Teixeira\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-840'>\n\t\t\t\tVisita a uma \u00e1rea protegida  em Contendas do Sincor\u00e1.\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/1001430_544219505660008_567051964_n.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"215\" height=\"120\" src=\"https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/1001430_544219505660008_567051964_n-215x120.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-841\" title=\"Foto: Luma Teixeira\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-841'>\n\t\t\t\tAula de ecologia florestal na Chapada Diamantina.\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/IMG-20160228-WA0011.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"215\" height=\"120\" src=\"https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/IMG-20160228-WA0011-215x120.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-843\" srcset=\"https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/IMG-20160228-WA0011-215x120.jpg 215w, https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/IMG-20160228-WA0011-300x169.jpg 300w, https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/IMG-20160228-WA0011.jpg 970w\" sizes=\"auto, (max-width: 215px) 100vw, 215px\" title=\"Foto: Luma Teixeira\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-843'>\n\t\t\t\tAula de topografia.\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/530553_514816908610913_421531129_n-1.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"215\" height=\"120\" src=\"https:\/\/www2.uesb.br\/revistaeletronica\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/530553_514816908610913_421531129_n-1-215x120.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" title=\"Foto: Luma Teixeira(1)\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p>De acordo com Maicon Santos da Silva, aluno do s\u00e9timo semestre, a decis\u00e3o de fazer Engenharia Florestal estava muito relacionada com as possibilidades de atua\u00e7\u00e3o que a \u00e1rea oferece ao profissional. \u201cA escolha por esta gradua\u00e7\u00e3o foi pelo fato de eu ter uma viv\u00eancia no campo e perceber que eu queria continuar ainda nesse caminho, mantendo esse contato com o meio ambiente, e o curso me proporciona isso. Mas, ao mesmo tempo, eu poderia estar escolhendo trabalhar na cidade ou no laborat\u00f3rio, tamb\u00e9m poderia optar por estar manuseando diretamente a natureza\u201d, afirma o estudante.<\/p>\n<p>Segundo Danilo Novaes, ex-aluno de Florestal, o Curso da Uesb apresenta \u00f3timas condi\u00e7\u00f5es de ensino e pesquisa, possibilitando ao aluno v\u00e1rios caminhos. Ele, ap\u00f3s terminar a gradua\u00e7\u00e3o, optou pela carreira acad\u00eamica, ingressando em um curso de mestrado em Ci\u00eancias Florestais, pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). \u00a0\u201cO tempo que permaneci na Uesb, pude ver a evolu\u00e7\u00e3o do curso e, a partir das experi\u00eancias que vivi nele, posso dizer que oferece aos alunos condi\u00e7\u00f5es de ensino e pesquisas t\u00e3o boas ou at\u00e9 melhores, em alguns casos, se fizermos um comparativo com outras institui\u00e7\u00f5es\u201d, destaca.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Engenharia Florestal est\u00e1 presente no Brasil desde os prim\u00f3rdios do seu descobrimento, mas s\u00f3 em 1960 que o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o foi regulamentado no pa\u00eds. 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