Lollapalooza virou evento contra Bolsonaro
Por Iuri Brito
O primeiro grande evento de oposição ao governo Bolsonaro foi o festival de música Lollapalooza,, que aconteceu na sexta feira(25 de março), na cidade de São Paulo. Isso se deu após a cantora Drag Queen Pabllo Vittar balançar uma bandeira em campanha ao principal candidato de oposição a Bolsonaro, o ex-presidente Lula. Diante disso, a pedido do PL (Partido Liberal), o Ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu manifestações políticas nas apresentações do festival, argumentando que seria uma “propaganda político-eleitoral” antecipada.
No dia 26 de março, a decisão liminar determinou multa de 50 mil para a organização do festival e para os artistas que se manifestaram politicamente no evento. No qual não caiu sobre nenhum dos envolvidos no evento já que houve um equívoco na informação do CNPJ da companhia responsável pelo evento. O que gerou revolta entre a comunidade artística provocando várias manifestações contra o atual governo, alguns cantores também fizeram apelo para que os jovens tirassem o título de eleitor, artistas como: Gloria Groove, Emicida, Marcelo D2 e Jão.

