Editorial - Edição 08

Institucional

Planejamento e trabalho em equipe fazem o Vestibular UESB acontecer

por Afonso Ribas

 

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Todo ano, uma enorme equipe de colaboradores torna possível a realização do Concurso Vestibular da Uesb. Em 2018, mais de 800 pessoas, entre fiscais, enfermeiros, coordenadores e pessoal de apoio, além dos membros da Comissão Permanente de Vestibular (Copeve), atuaram nos dois dias de provas em Itapetinga, Jequié e Vitória da Conquista. O trabalho durante o processo seletivo articulou ainda o apoio de diversos setores da Universidade, como a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), a Gerência Financeira (Gefin), a Assessoria de Comunicação (Ascom) e a Procuradoria Jurídica (Projur), além da banca organizadora das provas, a Consultec.

Em 2018, mais de 800 pessoas, entre fiscais, enfermeiros, coordenadores e pessoal de apoio, além dos membros da Comissão Permanente de Vestibular (Copeve), atuaram nos dois dias de provas do Vestibular.

Entretanto, para que a articulação desse trabalho em equipe seja realizada e, acima de tudo, funcione, é preciso organização e muito planejamento, executados com uma considerável antecedência aos dias do Vestibular, como conta a coordenadora da Copeve, Alana Muniz: “A gente começa a preparar o processo seletivo praticamente em maio e, a partir desse período, são diversas tarefas a serem cumpridas, como a publicação de editais, a seleção de fiscais e coordenadores de escolas e a contratação da banca organizadora das provas. É um processo muito longo e minucioso, porque existe essa série de articulações a serem feitas antes das provas e, durante elas, existe toda uma preocupação também para recebermos os candidatos. Buscamos sempre fazer o melhor para que tudo saia bem”.

Para Aroldo Brandão de Oliveira, membro da Copeve no campus de Itapetinga há dez anos, a maior expectativa acerca do compromisso e da dedicação da equipe responsável por fazer o Vestibular acontecer recai sempre sobre o primeiro dia. “É quando há uma procura maior dos candidatos pelo local de prova, porque deixaram para fazer a consulta na última hora, e é quando surgem mais problemas. É realmente o dia mais tenso e mais preocupante”, diz. E é justamente por isso que é necessário deixar tudo organizado nos locais de prova pelo menos um dia antes da realização do processo seletivo, como explica Regina Aparecida de Matos, que fez parte da equipe de apoio no Colégio Abdias Menezes, em Vitoria da Conquista: “O nosso trabalho é fazer de tudo para que cada candidato se sinta o mais confortável possível e, assim, possa fazer uma boa prova”.

Nesse caso, preparação é algo fundamental. Portanto, existe uma série de reuniões realizadas separadamente antes do Vestibular para orientar as pessoas que nele irão trabalhar. Além das reuniões entre a equipe da Copeve, coordenadores e fiscais, também é realizada uma reunião com a banca organizadora das provas para definir as estratégias que serão adotadas a fim de tornar o processo seletivo mais seguro.

“Eu costumo dizer para os fiscais já em nossa primeira reunião de coordenação que a Universidade entende o Vestibular como a possibilidade de realização de um sonho para muitas pessoas. Então, a orientação que fazemos para eles é que tenham muito cuidado e muito zelo com os candidatos, como um meio para que eles alcancem os seus objetivos. O processo seletivo tem que ter essa concepção humana para que os trabalhos fluam com sucesso”, explicou Esdras Antunes, coordenador de Vestibular no Centro Integrado Navarro de Brito.

Entre aqueles que atuam no Vestibular, o trabalho realizado durante os dias em que o processo seletivo acontece é uma oportunidade para adquirir experiências. “A cada vez que atuo, acabo sempre tendo um aprendizado maior”, contou Ricardo Silva, que foi fiscal pela terceira vez no concurso. Já para a estudante de Engenharia Ambiental, Maria Flores Cerqueira, é uma experiência gratificante. “Vendo os vestibulandos nervosos, a gente acaba fazendo uma retrospectiva de tudo o que nós passamos até ingressar na graduação, e isso nos motiva a fazer o nosso trabalho da melhor maneira possível”, afirmou Cerqueira.