Campus de Jequié , 22 de maio de 2026

Asignaturas Optativas

MREC 12 – ANTROPOLOGÍA DE LAS POBLACIONES AFROBRASILEÑAS

RESUMEN: Estudia la diversidad humana de las culturas de las poblaciones afrobrasileñas. Las etnias africanas, su conocimiento e identidad. El concepto de cultura y su contribución al estudio de las relaciones étnicas.

Bibliografía Básica:

AMORIM, Cleyde Rodrigues; OLIVEIRA, Osvaldo Martins de. Identidade religiosa e visibilidade social no Candomblé. Revista Identidade! v. 25, n. 1, p. 48-60, jan./jun, 2020. AUGRAS, Monique. Todos os santos são bem-vindos. Rio de Janeiro: Pallas, 2009. BANAGGIA, Gabriel. Conexões afroindígenas no jarê da Chapada Diamantina. R@U, 9 (2), jul./dez., p. 123-133, 2017.

BASTIDE, Roger. O sonho, o transe e a loucura. São Paulo: Três Estrelas, 2016. BORGES, Luzi; SANTANA, Marise de; NASCIMENTO, Washington (Orgs.). Narrativas ancestrais: histórias e trajetórias de mulheres negras na Bahia. Rio de Janeiro: Autografia, 2022.

CONSORTE, Josildeth Gomes; SANTANA, Marise de (Orgs.). Mulher negra e ancestralidade. São Paulo: Selo Negro, 2023.

CORRÊA, Mariza. As ilusões da liberdade: a escola Nina Rodrigues e a antropologia no Brasil. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2013.

GOLDMAN, Marcio (Org.). Outras histórias: ensaios sobre a composição de mundos na América e África. Rio de Janeiro: Editora 7Letras, 2021.

MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 3 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

NASCIMENTO, Washington (Org.). A revolta das costureiras: vidas negras, poder feminino e pós-abolição no sertão da Bahia. Campinas, SP: Pontes, 2024.

NEGRÃO, Lísias Nogueira (Org.). Novas tramas do sagrado: trajetórias e multiplicidades. São: EDUSP/FAPESP, 2009.

PEREIRA, Luena Nascimento Nunes. Alteridade e raça entre África e Brasil: branquidade e descentramentos nas Ciências Sociais brasileiras. Rev. antropol. (São Paulo, online), v. 63 n. 2: e170727. USP, 2020.

PINHO, Osmundo. Ontologia(s)Perspectivismo e Afropessimismo. Novos Debates, v.7, n. 2, p. 1-15, 2021.

SANTOS, Edimar Ferreira. Na esteira do terreiro: religiões afro-brasileiras e associativismo na Bahia (1930-1970). Afro-Ásia, n. 67, p. 276-308, 2023.

SILVA, Alberto da Costa e. A África e os africanos na História e nos mitos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2021.

SILVA, Claudia Cruz da. Devir negro: uma etnografia de encontros e movimentos afroculturais. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2016.

 

 

MREC 014 – EL GÉNERO Y SU RELACIÓN CON LA GENERACIÓN, LA ETNIA Y LA CLASE SOCIAL

RESUMEN: Cuestiones teóricas y metodológicas de los estudios sobre la familia y las relaciones de género. Relaciones entre generaciones. Género y familia en la sociedad contemporánea: conyugalidades, parentalidades y filiaciones emergentes.

Bibliografía Básica:

AKOTIRENE, Carla. Ó pa í, prezada: racismo e sexismo institucionais tomando bonde nas penitenciárias femininas. São Paulo: Pólen, 2020.

ALMEIDA, Miguel Vale de. A chave do armário. Florianópolis: UFSC/ICS, 2010.

BIROLi, Flávia. Reação conservadora, democracia e conhecimento. Revista de Antropologia, vol. 61, nº 1, p. 83-94, janeiro/abril de 2018.

CAMPOS, Maria Teresa de Assis; DE TILIO, Rafael; CREMA, Izabella Lenza. Socialização, gênero e família: uma revisão integrativa da literatura científica. Pensando fam., Porto Alegre, v. 21, n. 1, p. 146-161, jul. 2017.

CARVALHO, Mario. Travesti”, “mulher transexual”, “homem trans” e “não binário”: interseccionalidades de classe e geração na produção de identidades políticas. Cadernos Pagu (52), 2018:e18521.1

CARVALHO, Vanessa Azambuja; NARDI, Henrique Caetano. A cisheteronormatividade e a diversidade dos arranjos familiares: considerações à Terapia de Família Sistêmica. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde, Salvador, Brasil, v. 13, p. e5320, 2024.

CASTRO, Bárbara; CHAGURI, Mariana. Um tempo só para si: gênero, pandemia e uma política científica feminista. Blog DADOS, 2020 [publicado em 22 Mai. 2020]. Disponível em: <Disponível em: http://dados.iesp.uerj.br/pandemia-cientifica-feminista/ >.» http://dados.iesp.uerj.br/pandemia-cientifica-feminista/

FIGUEIREDO, Marcos Paulo Magalhães de. Voltando no curso, revendo percursos: gênero, família e trabalho a partir do relato de duas mulheres prostitutas em Teresina-PI / Marcos Paulo Magalhães de Figueiredo. – Campinas, SP: Núcleo de Estudos de População “Elza Berquó” / Unicamp, 2024.

LESSA, Juliana Schumacker; Buss-Simão, Márcia. Gênero e geração: dimensões do cuidado nas relações educativas na educação infantil. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 37, e25804, 2021.

MENDES, Rodrigo Prata; MORI, Valéria Deusdará. A família nos processos subjetivos de pessoas LGBTQIA+. Revista TEL, Irati, v. 14, n. 1, p. 304-323, jan./jun., 2023. MOSCHKOVICH, Marília. ‘Família’ e a nova gramática dos Direitos Humanos no governo de Jair Bolsonaro. São Paulo: Mecila Working Paper Series, 2023 (Working Paper).

NÚÑEZ, Geni Daniela; OLIVEIRA, João Manuel de; LAGO; Mara Coelho de Souza. Monogamia e (anti)colonialidades: uma artesania narrativa indígena. Teoria e Cultura, v. 16, n. 3, p. 76-88, 2021.

PILÃO, Antonio Cerdeira. Normas em movimento: monogamia e poliamor no contexto jurídico brasileiro. Teoria e Cultura, Juiz de Fora, MG, v.16, n.3, p.103-115, 2021. SANTOS, Elder Cerqueira; SANTOS, Helen Barbosa dos; COSTA, Ângelo Brandelli. Entre paternidades e maternidades: perspectivas interseccionais. Porto Alegre: ediPUCRS, 2024.

VASALLO, Brigitte. Pensamiento monógamo, terror poliamoroso. Madrid: La Oveja Roja, 2018.

 

 

MREC 016 – FAMILIA, GÉNERO Y GENERACIONES

RESUMEN: Cuestiones teóricas y metodológicas de los estudios sobre la familia y las relaciones de género. Relaciones entre generaciones. Género y familia en la sociedad contemporánea: conyugalidades, parentalidades y filiaciones emergentes.

Bibliografía Básica:

AKOTIRENE, Carla. Ó pa í, prezada: racismo e sexismo institucionais tomando bonde nas penitenciárias femininas. São Paulo: Pólen, 2020.

ALMEIDA, Miguel Vale de. A chave do armário. Florianópolis: UFSC/ICS, 2010.

BIROLI, Flávia. Reação conservadora, democracia e conhecimento. Revista de Antropologia, vol. 61, nº 1, p. 83-94, janeiro/abril de 2018.

CAMPOS, Maria Teresa de Assis; DE TILIO, Rafael; CREMA, Izabella Lenza. Socialização, gênero e família: uma revisão integrativa da literatura científica. Pensando fam., Porto Alegre, v. 21, n. 1, p. 146-161, jul. 2017.

CARVALHO, Mario. Travesti”, “mulher transexual”, “homem trans” e “não binário”: interseccionalidades de classe e geração na produção de identidades políticas. Cadernos Pagu (52), 2018:e18521.1

CARVALHO, Vanessa Azambuja; NARDI, Henrique Caetano. A cisheteronormatividade e a diversidade dos arranjos familiares: considerações à Terapia de Família Sistêmica. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde, Salvador, Brasil, v. 13, p. e5320, 2024.

CASTRO, Bárbara; CHAGURI, Mariana. Um tempo só para si: gênero, pandemia e uma política científica feminista. Blog DADOS, 2020 [publicado em 22 Mai. 2020]. Disponível em: <Disponível em: http://dados.iesp.uerj.br/pandemia-cientifica-feminista/ >.» http://dados.iesp.uerj.br/pandemia-cientifica-feminista/

FIGUEIREDO, Marcos Paulo Magalhães de. Voltando no curso, revendo percursos (gênero, família e trabalho a partir do relato de duas mulheres prostitutas em Teresina-PI) / Marcos Paulo Magalhães de Figueiredo. – Campinas, SP: Núcleo de Estudos de População “Elza Berquó” / Unicamp, 2024.

LESSA, Juliana Schumacker; Buss-Simão, Márcia. Gênero e geração: dimensões do cuidado nas relações educativas na educação infantil. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 37, e25804, 2021.

MENDES, Rodrigo Prata; MORI, Valéria Deusdará. A família nos processos subjetivos de pessoas LGBTQIA+. Revista TEL, Irati, v. 14, n. 1, p. 304-323, jan./jun., 2023. MOSCHKOVICH, Marília. ‘Família’ e a nova gramática dos Direitos Humanos no governo de Jair Bolsonaro. São Paulo: Mecila Working Paper Series, 2023 (Working Paper).

NÚÑEZ, Geni Daniela; OLIVEIRA, João Manuel de; LAGO; Mara Coelho de Souza. Monogamia e (anti)colonialidades: uma artesania narrativa indígena. Teoria e Cultura, v. 16, n. 3, p. 76-88, 2021.

PILÃO, Antonio Cerdeira. Normas em movimento: monogamia e poliamor no contexto jurídico brasileiro. Teoria e Cultura, Juiz de Fora, MG, v.16, n.3, p.103-115, 2021. SANTOS, Elder Cerqueira; SANTOS, Helen Barbosa dos; COSTA, Ângelo Brandelli. Entre paternidades e maternidades: perspectivas interseccionais. Porto Alegre: ediPUCRS, 2024.

VASALLO, Brigitte. Pensamiento monógamo, terror poliamoroso. Madrid: La Oveja Roja, 2018.

 

 

MREC 017 – ESCOLARIZACIÓN Y DESIGUALDADES DE RAZA Y GÉNERO

RESUMEN: Género/etnia y escolarización. Alfabetización y su relación con el género/etnia. Tasas de escolarización; éxito/fracaso escolar y su relación con el género/etnia. Evaluación, género y raza. La construcción de masculinidades y feminidades en la escuela y su relación con el rendimiento escolar.

Bibliografía Básica:

ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Companhia das letras, 1 ed. São Paulo, 2019.

BILGE, Sirma; Collins, Patrícia Hill. Interseccionalidade. 1ª ed. São Paulo: Boitempo, 2021.

COELHO, Wilma Narazé Baía.; SILVA, Milena Farias. Ensino médio e educação para as relações étnico-raciais em produções acadêmicas (2008-2018). Revista InterSaberes, v. 16, n. 38, p. 559-583, 2021. https://doi.org/10.22169/revint. v16i38.2119

DALLAPICULA, Catarina.; TORRES, Marco Antonio.; OLIVEIRA, Megg Rayara Gomes; ROCON, Pablo Cardozo. Interseccionalizando em educação: lutas sociais e direito à diferença. Revista Brasileira de Estudos da Homocultura, v. 4, n. 13, p. 23-32, 2021. https://doi.org/10.31560/2595-3206.2021.13.1272

DUARTE, Nelly. Minha Vida Como Estudante No Mundo Dos Brancos. Revista De Antropologia, v. 60, n. 1, 47-54, 2017.

FARIA, Cássio Rodrigues. Gênero, raça e a interseccionalidade nas práticas escolares. Revista de Educação Popular, Uberlândia, v. 21, n. 3, p. 179–193, 2022

GOMES, Nilma Lino. Estudos e pesquisas sobre educação, raça, gênero e diversidade sexual. Educ. Soc., Campinas, v. 44, e275110, 2023.

GONZALEZ, Lélia; HASENBALG, Carlos. Lugar de negro. 1ed. Rio de Janeiro : Zahar, 2022.

SANTIAGO, Flavio. Eu quero ser sol: crianças pequenininhas, culturas infantis, creche e intersecção. São Carlos: Pedro & João, 2019.

SOUSA, Mariana Alves de. POSSAS, Lídia Maria Vianna. Uma proposta de interseccionalidade entre gênero e raça para a Educação Básica. Revista Eletrônica História Em Reflexão, 14(28), (2020). 303–327. https://doi.org/10.30612/rehr.v14i28.12185

TARABINI, Aina. ¿Para qué sirve la escuela? Reflexiones sociológicas en tiempos de pandemia global. RASE: Revista de la Asociación de Sociología de la Educación. v. 13, n. 2, p. 145-155, 2020

VIGOYA, Mara Viveros. “La interseccionalidad: una aproximación situada a la dominación”. Debate Feminista, v. 52, p. 1-17, 2016

 

 

MREC 029 – PENSAMIENTO RACIAL BRASILEÑO

RESUMEN: Investiga conceptos relacionados con pensadores brasileños sobre el concepto de raza y racismo y su influencia en la formulación de teorías raciales producidas en Brasil desde la segunda mitad del siglo XIX hasta la actualidad.

Bibliografía Básica:

BENTO, C. O pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das letras, 2022.

CALDAS, A.; SILVA, N. P. A Crítica de Guerreiro Ramos à Escola de Chicago: Assimilação, Aculturação e Racismo . Dados, v. 67, n. 3, p. e20220018, 2024. GUIMARÃES, A. S. A. Baianos e paulistas: duas “escolas” de relações raciais?. Tempo Social, v. 11, n. 1, p. 75–95, maio 1999.

GUIMARÃES, A. S. A. Como trabalhar com “raça” em sociologia. Educação e Pesquisa, v. 29, n. 1, p. 93–107, jan. 2003.

KRENAK, Ailton. Futuro Ancestral. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

LEAL, Halina Macedo. A interseccionalidade como base do feminismo negro. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, Brasil, v. 39, n. 2, p. 21–32, 2021.

MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

NOGUEIRA, O. Preconceito racial de marca e preconceito racial de origem: sugestão de um quadro de referência para a interpretação do material sobre relações raciais no Brasil. Tempo Social, v. 19, n. 1, p. 287–308, jun. 2007.

SANTOS, Y. L. DOS. Entre o braço ativo e a muralha babilônica: o lugar da escravidão nas obras de Manuel Querino e Lino Dou y Ayllon em 1916. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), v. 35, n. 77, p. 528–547, set. 2022.

SODRÉ, Muniz. O fascismo da cor: uma radiografia do racismo nacional. Editora Vozes, 2023.

SOUZA, V. S. DE. O Brasil da mitologia racial: eugenia, racismo e utopias nacionais no Modernismo brasileiro dos anos 1920. História (São Paulo), v. 43, p. e20230007, 2024. PORTELA JÚNIOR, A.; LIRA, B. F. F. A. Améfrica Ladina e a crítica à democracia racial em Lélia de Almeida Gonzalez. Horizontes Antropológicos, v. 28, n. 63, p. 105–131, maio 2022.

STEPAN, Nancy. A hora da Eugenia: raça, gênero e nação na América Latina. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2005.

 

 

DEBATES CONTEMPORÁNEOS SOBRE EL GÉNERO

RESUMEN: Profundización teórica de cuestiones contemporáneas en el ámbito de los estudios de género a la luz de las teorías feministas, trans, queer, postcoloniales e interseccionales. El papel de los movimientos sociales (feministas, trans, queer, crip, antirracistas, etc.) en la lucha contra el patriarcado, el sexismo y la cisnormatividad y a favor de los derechos sociales y la formulación de políticas públicas.

Bibliografía básica:

ALMEIDA, Guilherme. ‘Homens trans’: novos matizes na aquarela das masculinidades? Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 20, n. 2, p. 513-523, agosto de 2012.BORGES, Luzi; SANTANA, Marise de; NASCIMENTO, Washington (orgs.). Narrativas ancestrais: histórias e trajetórias de mulheres negras na Bahia. Rio de Janeiro: Autografia, 2022.

BENTO, Berenice. Transviad@s: gênero, sexualidade e direitos humanos. Salvador: EDUFBA, 2017.

BUTLER, Judith. Regulações de gênero. Cadernos Pagu, n. 42, p. 249-274, 2014.

CABRAL, Mauro y BENZUR, Gabriel. Cuando digo intersex: un diálogo introductorio a la intersexualidad. Cadernos Pagu [online]. 2005, n. 24, p. 283-304.

CAMPOS, Maria Teresa de Assis; DE TILIO, Rafael; CREMA, Izabella Lenza. Socialização, gênero e família: uma revisão integrativa da literatura científica. Pensando famílias, Porto Alegre, v. 21, n. 1, p. 146-161, jul. 2017.

COLLINS, P. H. O pensamento feminista negro. São Paulo: Boitempo, 2019.

CONNELL, R. W.; MESSERSCHMIDT, J. W. Masculinidade hegemônica: repensando o conceito. Revista Estudos Feministas, v. 21, n.1, p. 241-282, 2013.

FIGUEIREDO, Â. Gênero: dialogando com os estudos de gênero e raça no Brasil. In: PINHO, O. A.; SANSONE, L. (orgs.). Raça: novas perspectivas antropológicas [online]. 2nd ed. rev. Salvador: EDUFBA, 2008, p. 237-255.

GROSSI, M. P.; REA, C. (Org.). Teoria feminista e produção de conhecimento situado: Ciências Humanas, Biológicas, Exatas e Engenharias. Florianópolis/Salvador: Tribo da Ilha/Devires, 2020.

HOLLANDA, Heloisa Buarque de (org.). Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.

hooks, bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. Tradução Bhuvi Libanio. 14 ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2020.

JESUS, Jaqueline Gomes de. Género sem essencialismo: feminismo transgénero como crítica do sexo. Universitas humanística, Bogotá, n. 78, p. 241-257, dez. 2014.

LOURO, Guacira Lopes. Um corpo estranho: ensaio sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

MOIRA, Amara; NERY, João W.; ROCHA, Márcia; BRANT, Tarso. Vidas trans: a luta de transgêneros brasileiros em busca de seu espaço social. São Paulo: Astral Cultural, 2022.

NASCIMENTO, Letícia Carolina Pereira do. Transfeminismo. São Paulo: Jandaíra, 2021.

PACHECO, Ana Cláudia Lemos; NÚÑEZ, Joana Maria Leônico; REIS, Larissa de Souza. (organizadoras). Candaces: gênero, raça, cultura & sociedade: construindo redes na diáspora africana. Salvador: EDUNEB, 2019.

PRECIADO, Paul. Multidões queer: notas para uma política dos “anormais”. Revista Estudos Feministas, v. 19, n. 1, p. 11-20, 2011.

SACCHI, A. Mulheres indígenas e participação política: A discussão de gênero nas organizações de mulheres indígenas. Revista Anthropológicas, v. 14, 95-110, 2003.

TOTA, M. Cinco Vidas: travestilidades, gênero, sexualidades e etnicidades no interior da Paraíba. Revista de Antropologia, [S. l.], v. 58, n. 2, p. 173-207, 2015.

VERGUEIRO, Viviane. Pensando a cisgeneridade como crítica decolonial. In: MESSEDER, S., CASTRO, M.G., MOUTINHO, L. (orgs.). Enlaçando sexualidades: uma tessitura interdisciplinar no reino das sexualidades e das relações de gênero [online]. Salvador: EDUFBA, 2016, p. 249-270.

YORK, Sara Wagner, OLIVEIRA, Megg Rayara Gomes e BENEVIDES, Bruna. Manifestações textuais (insubmissas) travesti. Revista Estudos Feministas [online]. 2020, v. 28, n. 3 [Acessado 25 Agosto 2021], e75614.

 

 

TEMAS ESPECIALES – EDUCACIÓN Y DESIGUALDADES: CLASE, RAZA Y GÉNERO

RESUMEN: La relación entre educación y desigualdades sociales en las humanidades y las ciencias sociales. El debate clásico sobre la relación entre la educación y la producción y reproducción de las desigualdades sociales. Los debates contemporáneos sobre la educación y las desigualdades sociales y su relación desde una perspectiva interseccional y la articulación entre clase, raza y género.

Bibliografía Básica:

FONSECA, Marcus Vinícius, SILVA, Carolina, Mostaro Neves da, Fernandes, Alexsandra Borges. (orgs). Relações étnico-raciais e educação no Brasil. Belo Horizonte. Mazza Edições.2011.

MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 5.ed. Belo Horizonte. Grupo Autêntica, 2020.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Relatório do Desenvolvimento Humano 2020: a próxima fronteira – o desenvolvimento humano e o Antropoceno. Disponível em: https://www.undp.org/pt/angola/publications/relat%C3%B3rio-do-desenvolvimento-humano-2020-pr%C3%B3xima-fronteira-o-desenvolvimento-humano-e-o-antropoceno Complete PDF.

Acesso em 29/08/2023.

RIBEIRO, Carlos Antônio Costa. Classe, raça e mobilidade social. DADOS. Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v. 49, n. 4, 2006. p. 833-873.

RIOS, Jane Adriana Vasconcelos Pacheco (org.). Diferenças e desigualdade no cotidiano da educação básica. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2017.

SANTANA, José Valdir Jesus de (orgs.). Relações etnicorraciais e educação escolar indígena: relatos de pesquisas. Vitória da Conquista. Edições UESB. 2017.

SILVA, K.; FERRARI, A.; SOUZA, M. L. Tecer e entretecer a vida: sexualidades, gênero e diferenças na formação docente. Belo Horizonte: ed. UEMG, 2017.

 

 

EPISTEMOLOGÍAS FEMINISTAS NEGRAS

RESUMEN: Feminismos negros. Producción de conocimiento por mujeres negras con énfasis en la agencia y la experiencia. Metodología de investigación que moviliza las nociones y filiaciones teóricas producidas por mujeres negras que contribuyen a ampliar los campos de las humanidades y las ciencias sociales.

Bibliografía Básica:

BUENO, Winnie. Imagens de controle: um conceito do pensamento de Patricia Hill Collins. 1ª ed.  Porto Alegre, RS, Editora Zouk, 2020.

COLLINS, Patricia Hill. O pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento. São Paulo: Boitempo, 2019.

____________; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo, 2021.

DUARTE, Constância Lima; NUNES, Isabella Rosado (org.). Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Ilustrações Goya Lopes. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020.

EVARISTO, Conceição. Escrevivência e seus subtextos. DUARTE, Constância Lima; NUNES, Isabela Rosado. Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020.

___________, Conceição. Olhos d’Água. 1ª ed. Rio de Janeiro: Pallas: Fundação Biblioteca Nacional, 2016.

FIGUEIREDO, Angela. Epistemologia insubmissa feminista negra decolonial. Tempo & Argumento, Florianópolis, v. 12, n. 29, e0102, jan./abr. 2020\

FONSECA, Maria Nazareth Soares. Escrevivência: sentidos em construção. In: DUARTE, Constância Lima; NUNES, Isabela Rosado. Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo.1ª ed. Rio de Janeiro:  Mina Comunicação e Arte, 2020.

GONZALES, L. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, p. 223-244, 1984.

GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. 1ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

MACHADO, Taís Sant’Anna. “Um pé na cozinha”: uma análise sócio-histórica de cozinheiras negras no Brasil. Tese (Doutorado). Brasília, DF: Departamento de Sociologia, 2021.

MACHADO, Bárbara Araújo. “Recordar é preciso.”: Conceição Evaristo e a intelectualidade negra no contexto do movimento negro brasileiro contemporâneo (1982-2008). Dissertação (Mestrado). Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de História, 2014.

MARTINS, Leda Maria. Afrografias da memória: o Reinado de Rosario de Jatobá. 2ª edição. São Paulo: Perspectiva; Belo Horizonte: Mazza Edições, 2021.

MIRANDA, C.; CARMO, A. C. O. do; OLIVEIRA, C. R. C. de. Reaprendizagens sobre democracia e educação na diferença. Educar em Revista, Curitiba, v. 36, e75585, 2020.

MOREIRA, Núbia Regina. A organização das feministas negras no Brasil. Vitória da Conquista: Edições UESB, 2011.

MOREIRA, Nubia; CARDOSO, Thaís Teixeira. Mulheres negras em marcha contra o racismo, a violência e pelo bem viver: indícios para um currículo antirracista. Cadernos de Pesquisa, v. 27, n. 4, p. 129–151, 2020.

NUNES, Isabella Rosado. Sobre o que nos move, sobre a vida. DUARTE, Constância Lima; NUNES, Isabella Rosado. Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo.1ª ed. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020.

OLIVEIRA, Iris Verena. Giras de escrevivências: miragens metodológicas para pesquisa no campo do currículo. Revista Espaço do Currículo, v. 14, n. Especial, p. 1-20,2021.

OLIVEIRA, Iris Verena; LIMA, Jeane Matos Araújo; SANTOS, Geniclécia. Escrevivências” e afectos literários entre universidade e escola.  Práxis Educativa, Ponta Grossa, v. 17, e2218362 p. 1-19, 2022.

SANTANA, Bianca (org.). Inovação ancestral de mulheres negras: táticas e políticas do cotidiano. São Paulo: Oralituras, 2019.

SOUZA, Florentina da Silva. LIMA, Maria Nazaré (orgs.) Literatura afro-brasileira. Salvador: Centro de Estudos Afro-orientais; Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2006.

 

 

RELACIONES ÉTNICO-RACIALES Y FORMACIÓN DEL PROFESORADO

RESUMEN: Raza y etnia, mestizaje, racismo y racialismo, prejuicio y discriminación y sus repercusiones en el pensamiento social brasileño. Blancura, negritud, diversidad étnico-racial y formación de profesores. Las Directrices Curriculares para las Relaciones Étnico-Raciales y la Enseñanza de la Historia y la Cultura Afrobrasileña y Africana. Las Directrices Curriculares Nacionales para la Educación Escolar Quilombola en la Enseñanza Básica y las Directrices Curriculares Nacionales para la educación escolar indígena y la formación de profesores Formación de profesores para la educación en relaciones étnico-raciales en la escuela.

Bibliografía Básica

BRASIL. Lei nº10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 9 JAN. 2003. Disponível em https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm.

BRASIL. Plano Nacional de ImplRESUMENção das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações étnico – raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro- brasileira e Africana. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Brasília: MEC, SECADI, 2013. p.104.

BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola na Educação Básica. Resolução CNE/CEB 8/2012. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 21 nov. de 2012, Seção 1, p. 26.

FONSECA, Marcus Vinícius, SILVA, Carolina Mostaro Neves de, FERNANDES, Alexsandra Borges, (orgs.). Relações étnico-raciais e educação no Brasil. Belo Horizonte. Mazza Edições, 2011.

GOMES, Nilma L. O movimento negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.

GOMES, Nilma L. Educação, identidade negra e formação de professores: um olhar sobre o corpo negro e o cabelo crespo. Educação e pesquisa, São Paulo, v. 29, n. 1, p. 167-182, jan./jun. 2003.

GOMES, Nilma L. Por uma indignação antirracista e diaspórica: negritude e afro-brasilidade em tempos de incertezas. Revista da ABPN, v. 10, n. 26, jul-out, p. 111-124, 2018.

MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 5.ed. Belo Horizonte. Grupo Autêntica, 2020.

SODRÉ, Muniz. O Fascimo da cor: uma radiografia do racismo nacional. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2023.

 

 

EDUCACIÓN ÉTNICO-RACIAL Y ESTUDIOS CONTEMPORÁNEOS

RESUMEN: Constitución histórica de las categorías de diversidad, raza y etnicidad a partir del diálogo entre los campos de los estudios postcríticos, postcoloniales y decoloniales. Fundamentos epistemológicos sobre las construcciones identitarias considerando las relaciones étnico-raciales y de género. El papel del Estado brasileño en la construcción de políticas de igualdad y educación para promover la igualdad racial en la educación básica y en la educación superior.

Bibliografía Básica:

ANZALDÚA, Gloria. Borderlands/La Frontera. The New Mestiza. San Francisco: Aunt Lute Books, 1999.

BERGAMASCHI, Maria Aparecida, DALLA ZEN, Maria Isabel Habckost, XAVIER, Maria Luisa Merino de Freitas (organizadoras). Povos indígenas & educação. 2.ed. Porto Alegre. Editora Mediação.2012

BILLINGS, Gloria Ladson. A Raça ainda é importante: a teoria racial crítica na educação. IN: APPLE, Michael W.; AU, Waine; GANDIN, Luís Armando. Educação crítica: uma análise internacional. A. Porto Alegre: Artmed, 2011.

CASTRO-GÓMEZ, Santiago, GROSFOGUEL, Ramón. El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores; Universidad Central, Instituto de Estudios Sociales Contemporáneos y Pontificia Universidad Javeriana, Instituto Pensar, 2007

DAVIS, Angela. Mulher, raça e classe. Boitempo, 2016.

EUGÊNIO, Benedito Gonçalves; LEAL, Catiana Nery. A educação das relações étnico-raciais no currículo praticado em uma escola no campo. ODEERE, v. 7, p. 167-180, 2022.

GOMES, Nilma Lino. O movimento negro e a intelectualidade negra descolonizando os currículos. In: BERNADINO-COSTA, Joaze; MADONADO-TORRES, Nelson; GROSFOGUEL, Ramón. Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.

GOMES, Nilma Lino (orgs.). Um olhar além das fronteiras: educação e relações raciais. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

FANON, Frantz. Pele negras, máscaras brancas. Tradução de Renato da Silveira. Salvador: EDUFBA, 2008.

JACCOUD, Luciana (org.). A construção de uma política de promoção da igualdade racial: uma análise dos últimos 20 anos. Brasília: Ipea, 2009.

MATA, Inocência. Estudos pós-coloniais: Desconstruindo genealogias eurocêntricas. Civitas, Porto Alegre, v. 14, n. 1, p. 27-42, jan.-abr. 2014.

SANTOS, Boaventura de Souza; MENESES, Maria Paula (orgs.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2017.

 

 

TEORÍA SOCIAL, ETNIAS E INTERSECCIONALIDADES

RESUMEN: Epistemología de las ciencias humanas: sujeto, modernidad y postmodernidad. La interseccionalidad como propuesta metodológica frente a las epistemologías insurgentes.

Bibliografía Básica

BAUMAN, Z. O mal-estar da pós-modernidade. 2.ed. São Paulo: Zahar, 2021.

CANCELA, Cristina; MOUTINHO, Laura; SIMÕES, Júlio (Orgs.). Raça, etnicidade, sexualidade e gênero em perspectiva comparada. São Paulo: Terceiro Nome, 2015.

COLLINS, Patricia H. (org.). Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo, 2021.

DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2018.

GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. São Paulo: Zahar, 2020.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: Lamparina, 2020.

HOOKS, Bell. O feminismo é para todo mundo. São Paulo: Rosa dos Tempos, 2018.

LATOUR, Bruno. Investigação sobre os modos de existência: uma antropologia dos modernos. Petrópolis: Vozes, 2019.

MOUTINHO, Laura. Diferenças e desigualdades negociadas: raça, sexualidade e gênero em produções acadêmicas recentes. Cadernos Pagu, Campinas, n. 42, p. 201-248, 2014.

MOUTINHO, Laura; CARRARA, Sérgio. Raça e sexualidade em diferentes contextos nacionais. Cadernos Pagu, v. 35, p. 1-26, 2010.

MOUTINHO, Laura et al. Retóricas ambivalentes: ressentimentos e negociações em contextos de sociabilidade juvenil na Cidade do Cabo. Cadernos Pagu, Campinas, n. 35, p. 139-176, 2010.

STOLCKE, Verena. O enigma das intersecções: classe, “raça”, sexo, sexualidade. A formação dos impérios transatlânticos do século XVI ao XIX. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 14, n. 1, p. 15-42, 2006.

 

 

SEXUALIDADES Y CONTRIBUCIONES INTERSECCIONALES

RESUMEN: La descolonización de la sexualidad como perspectiva política en/para América Latina. Debates sobre sexualidades disidentes como homosexualidades, lesbianidades, bisexualidades y sus intersecciones con otros marcadores sociales como etnia/raza, clase, generación y otros. Estudios sobre la violencia en relación a las sexualidades no heterocentradas.

Bibliografía Básica:

ARAÚJO, Martinho Tota Filho Rocha de. Marcadores cruzados: etnicidade, homossexualidade e religião. Cadernos Pagu, Campinas, n. 48, e164812, 2016.

COLLING, Leandro; NOGUEIRA; Gilmaro. Relacionados, mas diferentes: sobre os conceitos de homofobia, heterossexualidade compulsória e heteronormatividade. In: RODRIGUES, Alexsandro; DALLAPICULA, Catarina; FERREIRA, Rodrigo da Silva (orgs.). Transposições: lugares e fronteiras em sexualidade e educação. – Dados eletrônicos. Vitória: EDUFES, 2015, p. 173-185.

DIAS, Maria Clara. PERES, Milena Cristina Carneiro; SOARES, Suane Felippe. Dossiê sobre lesbocídio no Brasil: de 2014 até 2017. Rio de Janeiro: Livros Ilimitados, 2018.

EUGENIO, Benedito G.; SANTANA, José Valdir J. de Santana; FERREIRA, Maria de Fátima de Andrade. (orgs.). Etnicidades, gênero e educação: olhares plurais. Vitória da Conquista: Edições UESB, 2022.

FERRARI, Anderson; CASTRO, Roney Polato de (orgs.). Diversidades sexuais e de gêneros: desafios e potencialidades de um campo de pesquisa e conhecimento. Campinas, SP: Pontes Editores, 2017.

FOUCAULT, M. História da sexualidade I: a vontade de saber. Rio de Janeiro: Graal, 1988.

JAEGER, M. B., LONGHINI, G. N., OLIVEIRA, J. M. DE; TONELI, M. J. F. Bissexualidade, bifobia e monossexismo: problematizando enquadramentos. Revista Periódicus, v. 2, n. 11, p. 1–16, 2019.

LORDE, Audre. Irmã outsider. Tradução Stephanie Borges. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019.

MAGALHÃES, Selma Reis. Relação Família – Escola: no processo educacional de filho(a)s de homens gays. Curitiba: Editora CRV, 2018.

MOUTINHO, Laura. Negociando com a adversidade: reflexões sobre “raça”, (homos)sexualidade e desigualdade social no Rio de Janeiro. Revista de Estudos Feministas, v. 14, n. 1, p.103-116, 2006.

PINHO, Osmundo Araújo; SANSONE, Lívio (orgs). Raça: novas perspectivas antropológicas [online]. 2nd ed. rev. Salvador: EDUFBA, 2008.

PINHO, Osmundo. Desejo e poder: racismo e violência estrutural em comunidades homossexuais. In: CÁCERES, Carlos F.; MOGOLLÓN, María Esther; PÉREZ-LUNA, Griselda; OLIVOS, Fernando. Sexualidad, Ciudadanía y Derechos Humanos en América Latina: un quinquenio de aportes regionales al debate y la reflexión. Lima: IESSDEH, UPCH, 2011, p. 121-124.

RESTIER, Henrique; SOUZA, Rolf Malungo de. Diálogos Contemporâneos sobre homens negros e masculinidades. São Paulo: Ciclo. Contínuo Editorial, 2018.

RICH, Adrienne. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica. Revista Bagoas, n. 05, p. 17-44, 2010.

SAUNDERS, Tanya L. Epistemologia negra sapatão como vetor de uma práxis humana libertária. Periódicus, n. 7, v. 1, p. 102-116, maio-out, 2017.

SILVA, Paulo de Tássio Borges (org.). Sexualidades indígenas. Salvador: Devires, 2023.

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SOARES, Mayana Rocha; FARIA, Thaís; Brandão, Simone. Lesbianidades plurais: abordagens e epistemologias sapatonas. Salvador: Devires, 2020.

SOUZA, Marcos Lopes de; FERREIRA, Maria de Fátima de Andrade (orgs.). Tendências e perspectivas nos estudos sobre as relações étnicas e suas interfaces. Curitiba, PR: Appris Editora, 2023.

WEEKS, Jeffrey. O corpo e sexualidade. In: LOURO, G. L. (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2000, p. 37-82.

 

 

ETNICIDADES INDÍGENAS E INTERCULTURALIDADES

RESUMEN: Introducción a los estudios de las sociedades amerindias del Brasil contemporáneo. Cosmologías y cosmovisiones comparadas, relaciones y fricciones interétnicas. Identidades colectivas y procesos de territorialización. Relaciones entre los grupos étnicos y el Estado: multiculturalismo, pluralismo constitucional, derechos diferenciados e interculturalidad.

Bibliografía básica:

ALARCON, Daniela Fernandes. O retorno da terra. As retomadas na aldeia Tupinambá da Serra do Padeiro, sul da Bahia. São

Paulo: Elefante, 484p, 2019.

CUNHA, Manuela Carneiro da. Cultura com aspas e outros ensaios. São Paulo: Cosacnaify, 2009.

CUNHA, M. C. Índios no Brasil: história, direitos e cidadania São Paulo: Claro Enigma; 2012.

DORRICO, Julie; DANNER, Fernando; DANNER, Leno Francisco (Orgs.) Literatura indígena brasileira contemporânea: autoria, autonomia, ativismo. Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2020, 389 p.

JECUPÉ, K W. A terra dos mil povos: história indígena contada por um índio. São Paulo: Peirópolis, 1998.

KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu. Palavras de um xamã Yanomami. Tradução de Beatriz Perrone-Moisés. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, 729 p.

MUNDURUKU, D. (2012). O caráter educativo do movimento indígena brasileiro (1970-1980). São Paulo: Paulinas.

OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. “Identidade Étnica, Identificação e Manipulação”. Sociedade e cultura, v. 6, n. 2, jul./dez., 2003, p. 117-131.

OLIVEIRA, J. P. DE. Uma etnologia dos “índios misturados”? Situação colonial, territorialização e fluxos culturais. Mana, v. 4, n. 1, p. 47–77, abr. 1998.

OLIVEIRA, João Pacheco de (org). A presença indígena no Nordeste: processos de territorialização, modos de reconhecimento e regimes de memória. Rio de Janeiro: Contra Capa. 714pp, 2011.

POTIGUARA, E. Metade cara, metade máscara. Lorena: DM Projetos Especiais, 2018.

VIVEIROS DE CASTRO, E. A inconstância da alma selvagem e outros ensaios de

antropologia. São Paulo: Cosac & Naify. pp. 345-399, 2002.

 

 

QUILOMBOS: ETNICIDADES, TERRITORIALIDADES Y EDUCACIÓN

RESUMEN: La formación de los quilombos en Brasil. Los quilombolas como grupo étnico. Quilombos contemporáneos y quilombismo. Influencias socioambientales en los procesos de demarcación y titulación de tierras. Políticas de acción afirmativa para las comunidades quilombolas: avances y dificultades. Procesos educativos y prácticas curriculares en las escuelas quilombolas.

Bibliografía básica:

 

BARBOSA, A.A.L. Comunidades quilombolas: outras formas de (re)existências. Curitiba: Appris, 2020.

BAHIA. Diretrizes Curriculares Estaduais para a Educação Quilombola. Resolução CEE/CEB Nº 68/2013. 2014.

GOMES F. S. Histórias de Quilombos: mocambos e comunidades de senzalas no Rio de Janeiro, século XIX. São Paulo. Companhia das Letras, 2006.

GOMES, N.L. O Movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.

LEITE, M.J. dos S. Movimento social quilombola: processos educativos. Curitiba: Appris, 2016.

PERINI, J.P. Quilombo do Vale do Ribeira: uma contribuição para a formação de professores. Curitiba: Appris, 2022.

MATOS, W.S.; EUGENIO, B.G. Etnicidades e infâncias quilombolas. Curitiba: Ed. CRV, 2020.

MOURA, C. Quilombos: resistência ao escravismo. São Paulo: Expressão Popular, 2020.

MOURA, C. Rebeliões da Senzala: quilombos, insurreições, guerrilhas. 6.ed. São Paulo, SP: Anita Garibaldi, 2020.

SILVA, G.M. Educação e luta política no quilombo de Conceição das Crioulas. Curitiba: Ed. Appris, 2021.

SOUZA, B.O. Aquilombar -se: Panorama sobre o Movimento Quilombola Brasileiro. Curitiba: Appris, 2016.

 

Telefone:

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