DIÁLOGOS COM AS TRANSIÇÕES: O lugar da Antiguidade e do Medievo na “Quebrada”

O Laboratório de Estudos Marxistas (LEMarx/UESB) durante o período de agosto de 2023 a agosto de 2024 promove o DIÁLOGOS COM AS TRANSIÇÕES: O lugar da Antiguidade e do Medievo na “Quebrada”, realizado por seus professores pesquisadores e convidadas/os. O projeto tem como objetivo a formação continuada de discentes do curso de História e dos professores e das professoras da Rede Básica do Ensino Público de Vitória da Conquista-BA na perspectiva da totalidade histórica a partir da significação de conteúdos na realidade da população brasileira, racializada, generificada e pauperizada. O projeto terá cursos, oficinas, produção de material didático, oficinas de teatro, literatura e artes plásticas sobre temáticas voltadas às transições da antiguidade e do medievo.

 

 

Atividade I – Julho

Título: Atividade de Planejamento e organização das ações

Responsável: João Reis Novaes

Mês de Início: 07/2023

 

 

Atividade II – 29 de agosto de 2023

Oficina I: A linguagem das fontes antigas e medievais

Mediação: Prof. Lucas Werlang Girardi

Descrição da Atividade: O tema busca caracterizar os tipos de abordagens e de representações das relações socioculturais nas fontes documentais da História Antiga e Medieval.

 

 

Atividades III – 25 de setembro de 2023

Curso I: Participação feminina na economia familiar urbana e invisibilidade do trabalho feminino na Idade Média

Responsável: Profa. Dra. Renata Rodrigues Vereza

Local: Auditório I do Luizão (UESB)

Descrição da Atividade: A história das mulheres no medievo, em geral, se remete a um grupo muito limitado de mulheres que ocupam espaços de poder. Contudo, como a avassaladora maioria das mulheres medievais não se enquadra nessa categoria, sendo uma categoria composta basicamente por trabalhadoras, rurais e urbanas, considerar o trabalho feminino e sua inserção nos processos produtivos medievais é fundamental para permitir uma aproximação da realidade da “mulher medieval”. Assim, a proposta é discutir e dimensionar, sob a perspectiva da teoria da reprodução social, a inserção do trabalho feminino na esfera do trabalho produtivo no contexto urbano Baixo Medieval europeu. Tendo em vista que como os espaços produtivos e reprodutivos se confundiam ao longo da Idade Média, é possível inferir uma sub valoração da participação feminina no mercado de trabalho e na esfera produtiva.

 

Bibliografia básica:

ÁLVAREZ, Alejandra Franganillo. TRABAJADORAS DOMÉSTICAS EN PALACIO

LAS MOZAS DE CÁMARA EN LA CORTE ESPAÑOLA (1570-1649). Istituto di Storia dell’Europa Mediterranea via G.B. Tuveri 128, Cagliari, 2019

Ehrenreich, Barbara; y Deirdre English. Brujas, parteras y enfermeras. Una historia de sanadoras. En línea. Barcelona: Editorial La Sal, 1981. http://jineoloji.org/es/wpcontent/uploads/2017/11/Brujas-parteras-y-enfermeras-Ehrenreich-y-English.pdf

GARCÍA-FERNÁNDEZ, Miguel (2010): “Las Sarmiento: mujeres con poder al final de la Edad Media”, en Val Valdivieso, M.a Isabel e Segura Graíño, Cristina (coords.), La participación de las mujeres en lo político: mediación, representación y toma de decisiones, Madrid, Almudayna, pp. 135-154.

GARCÍA-FERNÁNDEZ, Miguel. INVESTIGANDO AS MARXES E EXPRESIÓNS DE LIBERDADE FEMININA NA IDADE MEDIA: VOCES E ACTUACIÓNS DE MULLERES ANTE OS MALOS CASAMENTOS.

García Fernández, Manuel (coord.). En la Europa medieval. Mujeres con historia, mujeres de leyenda. Sevilla: Universidad de Sevilla, 2019.

García Fernández, Manuel. Los poderes y los hombres del reino de Castilla en los conflictos fronterizos con el reino de Portugal (1250-1350). Madrid: CSIC. 2020.

García Herrero, María del Carmen y Pérez Galán, Cristina (coordinadoras). Mujeres de la Edad Media: actividades políticas, socioeconómicas y culturales. Zaragoza: Institución «Fernando el Católico», 2014.

OAR, Ricardo Walter Corleto. LA MUJER EN LA EDAD MEDIA: Algunos aspectos. Revista Teología • Tomo XLIII • N ° 91 • Diciembre 2006: 655-670

TELECHEA,Jesús Ángel Solórzano; BOLUMBURU, Beatriz Arízaga; HAEMERS, Jelle. Los grupos populares en la ciudad medieval europea. Logroño: Instituto de Estudios Riojanos, 2014.

 

 

Atividade IV – 30 de outubro 2023

Curso II: Histórias Medievais, estudos subalternos e História pública: uma introdução

Responsável: Prof. Dr. Thiago Pereira da Silva Magela

Descrição da Atividade: O presente curso tem o objetivo de proporcionar aos futuros professores/pesquisadores ferramentas analíticas para uma melhor compreensão do lugar da história medieval no cotidiano escolar. Por tal razão, levando em conta os diversos desafios enfrentados no chão da escola buscar-se-á debater as múltiplas interseções entre os Estudos Medievais, História Subalterna e a História Pública. Desta forma, poderemos refletir sobre o lugar do professor/pesquisador diante das demandas de um mundo em convulsão, e do conteúdo substantivo Idade Média para a formação escolar.

 

 

Atividade V – 31 de outubro de 2023

Curso III: Os desafios da história difital para História do Mato Grosso Colonial

Responsável: Thiago Pereira da Silva Magela (UNEMAT)

 

Bibliografia básica:

ABULAFIA, David. Mediterranean History as Global History. History and Theory, Middletown, v. 50, n. 2, p. 220-228, 2011.

ABU-LUGHOD, Janet L. Before European Hegemony. The world system 1250-1350. Nova York, Oxford University Press, 1989.

ARMITAGE, David; GULDI, Jo. The History Manifesto. Cambridge: Cambridge Uni- versity Press, 2014.

BLOCH, Marc. A sociedade feudal. Lisboa: Edições 70, 1989.

CARDOSO, Ciro Flamarion. Um historiador fala de teoria e metodologia ensaios Ciro. Flamarion. — Bauru, SP Edusc, 2005.

CERTEAU, Michel de. A Escrita da História. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1982.

CHAKRABARTY, Dipesh. Rethinking Working-Class History. Economic and Political Weekly, p. 1117-1119, 1991.

CHAKRABARTY, Dipesh. Provincializing Europe: postcolonial thought and historical difference Princeton, Princeton University Press, 2000.

GRAMSCI, Antonio. Cadernos do cárcere, 6 vols. Edição de Carlos Nelson Coutinho, com a colaboração de Luiz Sérgio Henriques e Marco Aurélio Nogueira. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1999-2002.

GUERREAU, Alan. Feudalismo: um horizonte teórico.  Lisboa, Edições 70, 1980.

HILL, Christopher. O mundo de ponta-cabeça: idéias radicais durante a Revolução Inglesa de 1640. Tradução, apresentação e notas Renato Janine Ribeiro. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado. Contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto, Editora Puc-RJ, 2006.

LOWY, Michael. As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen. Marxismo e positivismo na sociologia do conhecimento. 5 ed. São. Paulo: Cortez, 1994.

MAUAD, Ana Maria e ALMEIDA, Juniele Rabêlo de e SANTHIAGO, Ricardo. História Pública no Brasil. Sentidos e Itinerários. São Paulo: Letra e Voz, 2016.

Peregrine Horden and Nicholas Purcell. The Corrupting Sea: A Study in Mediterran. History, Maiden: Blackwell Publishers, Inc., 2000.

RÜSEN, Jörn. Teoria da história: uma teoria da história como ciência. Tradução de Estevão C. de Rezende Martins. Curitiba: Editora UFPR, 2015.

SERGI, Giuseppe. La idea de Edad Media. Barcelona: Crítica, 2001.

SPIVAK, Gayatri C. Pode o subalterno falar? Belo Horizonte, Editora UFMG, 2014.

THOMPSON, E. P. A formação da classe operária inglesa Rio de Janeiro, Paz e Terra, 3 v. 1987.

 

Atividade VI – 18 de março de 2024

Oficina II: O teatro como proposta didática

Responsável: Felipe Bonfim (Coletivo POC)

Descrição da Atividade: A oficina “O teatro como proposta didática” tem como propósito introduzir as técnicas teatrais como ferramentas valiosas para enriquecer o ambiente educacional, tanto em ambientes formais quanto informais. Além disso, busca promover a prática teatral entre atores e não-atores, criando espaços criativos e seguros para discutir questões sociais pertinentes, como as dinâmicas do sistema capitalista, e colaborar na busca por soluções para desafios e dúvidas que possam surgir durante o processo teatral. Destaca-se que o teatro pode ser utilizado como método em qualquer disciplina e sobre qualquer conteúdo no espaço educacional formal, potencializando a interdisciplinaridade e a criatividade no processo de ensino-aprendizagem.

 

Bibliografia básica: 

BOAL, Augusto. 200 exercícios e jogos para o ator e o não-ator com vontade de dizer algo através do teatro. Rio de Janeiro, RJ. Editora Civilização Brasileira, 4ª edição: 1982.

BOAL, Augusto. Jogos para atores e não-atores. Rio de Janeiro, RJ. Editora Civilização Brasileira, 14ª edição: 1998.

SPOLIN, Viola. Jogos teatrais na sala de aula: um manual para o professor. Editora Perspectiva, 1ª edição: 2017. (versão digital)

 

 

Atividade VII – 30 de abril de 2024

Título: Oficina III: As linguagens audiovisuais na sala de aula

Responsável: Prof. Dr. Glauber Brito Matos Lacerda

Descrição da Atividade: A oficina se propõe a traçar um panorama sobre as origens do cinema, refletindo sobre princípios da linguagem audiovisual que perduram e se atualizam desde o fim do século XIX até a atualidade. Ao final, inspirados na metodologia proposta pelo cineasta francês Alain Bergala (2008), cada participante filmará um “Minuto Lumière”, remetendo ao registros
seminais dos irmãos Louis e Auguste Lumière tidos como marcos do surgimento da arte cinematográfica.

 

Bibliografia básica: 

BERGALA, Alain. A hipótese-cinema. Pequeno tratado de transmissão do cinema dentro e fora da escola. Tradução: Mônica Costa Netto, Silvia Pimenta. Rio de Janeiro: Booklink – CINEADLISE-FE/UFRJ, 2008.

COUSINS, Mark. Historia del Cine. Barcelona: Blume, 2011.

FRESQUET, Adriana Mabel (org.) Imagens do desaprender. Uma experiência de aprender com o cinema. Rio de Janeiro: Co-edição: Book-link / CINEAD-LISE-FE-UFRJ, 2007.

COUSINS, Mark. Historia Del Cine. BLUME (Naturart); N.º 3 edición (4 octubre 2021). 552 pp.

MIGLIORIN, Cezar et al. Inventar com a diferença: cinema e direitos humanos / Cezar Migliorin… [et al.]. – Niterói : Editora da UFF, 2014. 104 p.

Sem Autor. Cinema: experimentar, conhecer, realizar. Disponível em <https://cinemanaescolablog.wordpress.com/2016/06/04/realizacao-do-exercicio-minuto-lumiere/> Acesso em 5 set. 2023.

 

 

Atividade VIII – 07 de maio de 2024

Oficina IV: A arte na formação da sociabilidade entre a Antiguidade e o Medievo

Responsável: Prof. Me. Roberto Silva de Oliveira

Descrição da Atividade: Busca-se com esta oficina, refletir acerca do sentido da arte e sua relação com outras esferas da sociedade medieval, destacando suas implicagoes esteticas e ao mesmo tempo político-religiosas. Esta compreensão permite que se pense os objetos da arte não como meras ilustrações do período, mas também como fontes de pesquisa e recurso pedagógico. Para tal apreciação é necessário a discussão acerca da teoria e do método. No final, os participantes deverão a aplicar a teoria e a metodologia sobre uma imagem medieval, propondo um enquadramento num dos aspectos sociais do período em questão.

 

Bibliografia básica:

CARCANHOLO, R. Capital: essencial e aparência. São Paulo: Expressão Popular, 2011.

CHASTEL, A. O artista. In.:  GARIN, E. (Org.). O homem do Renascimento. Lisboa: Editorial Presença, 1991.

CHASTEL, André. Arte e humanismo em Florença na época de Lourenço, o Magnífico: estudos sobre o Renascimento e o humanismo platônico. São Paulo: Cosac Naify, 2012.

ECO, U. Arte e beleza na estética medieval. Rio de Janeiro: Record, 2010.

FICHER, Ernst. A necessidade da arte. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979.

FREDERICO, Celso. A arte no mundo dos homens: o itinerário de Lukács. 1ª Ed. São Paulo: Expressão Popular, 2013.

HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1998. (Paidéia).

KANTOROWICZ, Ernst. Os dois corpos do rei: um estudo sobre teologia política medieval. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

LUKÁCS, Georg. Arte e sociedade: escritos estéticos 1932 – 1967. Trad. Carlos Nelson Coutinho e José Paulo Netto. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2001. (Col. Pensamento Crítico, 13).

LUKÁCS, Georg. Introdução a uma estética marxista: sobre a categoria da particularidade. Trad. Carlos Nelson Coutinho e Leandro Konder. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1978.

MARX, K. & ENGELS, F. A ideologia alemã: crítica da mais recente filosofia alemã em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stiner, e do socialismo alemão em seu diferentes profetas (1845-1846). Trad. Rubens 1enderle, Nélio Schmeider, Luciano Cavini Martorano. São Paulo: Boitempo, 2007.

MARX. K. Manuscritos econômico-filosóficos. Trad. Jesus Ranieri. São Paulo: Boitempo, 2010. (Coleção Marx-Engels).

MARX. K. O capital: crítica da economia política: Livro I: o processo de produção do capital. Trad. Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo, 2013.

PANOFSKY, E. O significado das artes visuais. Lisboa: Editorial Presença, 1989.

RANCIÈRE, Jacques. O inconsciente estético. São Paulo: Editora 34, 2009.

RANCIÈRE, J. A partilha do sensível: estética e política. Trad. Mônica Costa Netto. São Paulo: EXO experimental org; Ed. 34, 2005.

 

 

Atividade IX  – 17 de junho de 2024

Oficina V: Mulheres Medievais: Perspectivas e Pontenciais para Ensino de História e de Pesquisa

Responsável: Profa. Maila Aguiar (PPGCEL/UESB)

Descrição da Atividade: A oficina parte das formulações da necessidade de uma História das Mulheres como integrada na totalidade histórica. O objetivo da oficina é abordar as diferentes mulheres medievaishapontando possibilidades de pesquisas e formulando proposta para • Ensino de História. Portanto, será tratado de desde das Rainhas Medievais, as Mulheres Camponesas, Trabalhadoras Urbanas, escritoras, abadessas e santas, e foco em temas como Instituições Medievais, trabalho, sexualidade, adultério, campesinato, casamentos.

 

Fontes:

Fuero Real. Valladolid: Editorial Lex Nova, S.a., 1990. Versão facsímile da edição feita pela “Real Academia de la Historia”, publicada em 1836.

Leges Visigothorum. ZEUMER, Karl. Leges Visigothorum. Impensis Bibliopolii Hahniani, 1902. Disponível em: www.archive.org/details/legesvisigothor00zeumgoog.

Liber Iudiciorum. SCOTT, S.P. The Visigothic Code (Forum judicum). Boston Book Company, 1910. Disponível em: libro.uca.edu/vcode/visigoths.htm.

Siete Partidas. Versão facsímile da edição feita por José Berní y Catalá em 1767. Disponível em: http://saavedrafajardo.um.es/biblioteca/biblio.nsf/novedades/77B4FBC08CE1E6AEC1256DE B00559F18?OpenDocument.

VIVES, José et al. Concilios visigóticos e hispano-romanos. Barcelona: Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1963. 580 p.

 

Bibliografia:

AGUIAR, M. S. G.; FERRAZ, C. S. . O Cristianismo Medieval no Ensino de História: experiência e reflexões.. In: [Anais do] VII Encontro Estadual de Ensino de História: (re)formas educacionais e itinerários (re)formativos : tempo presente, futuros possíveis e ensino de história. Salvador – BA: EDUFBA, 2023. v. 1.

BASTOS, M. J. M.; RUST, L. D. . Translatio Studii. A História Medieval no Brasil. Signum (São Paulo), v. 10, p. 163-188, 2008.

Cardoso, C. F. S. (2017). COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA. Revista Trabalho Necessário, 15(28). https://doi.org/10.22409/tn.15i28.p10563

DAFLON, E. C.; MAGELA, T. P. S. ; AGUIAR, M. . Ensino de História Medieval – Translatio Cast (Episódio 14). 2023; Tema: Ensino de História Medieval.

DUBY, Georges. Damas do Século XII. As lembranças das ancestrais. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

______________. Eva e os Padres: Damas do Século XII. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

FORTES, C. (Org.) ; DAFLON, E. (Org.) ; JUSTEN, P. (Org.) ; VEREZA, R. (Org.) ; MAGELA, T. P. S. (Org.) . Ensinar e Aprender Idade Média. 1. ed. Niterói: Translatio Studii, 2021. v. 1. 167p

GALLEGO FRANCO, Henar. Iluminando as sombras: mujeres y parámetros de marginación social en la Hispania tardoantiga. 2013

LIMA, DOUGLAS MOTA XAVIER DE. Uma História contestada: A História Medieval na Base Nacional Comum Curricular (2015-2017). ANOS 90 (ONLINE) (PORTO ALEGRE), v. 26, p. 1-21, 2019.

LIMA, Marcelo Pereira. Gênero, Ensino de História e Medievalidades: (des)conexões com o passado. SIGNUM – REVISTA DA ABREM, v. 20, p. 148-193, 2019.

KLAPISCH-ZUBER, C. (Org.) História das Mulheres no Ocidente: A Idade Média. Porto: Edições Afrontamento, 1990, p. 461-511

OLIVEIRA, Ana Rodrigues. A Mulher In: MATTOSO, José (dir.). História da Vida Privada em Portugal – A Idade Média. Lisboa, Circulo dos Leitores, 2010.

RIBEIRO, F. A.; BIRRO, R. M. (Org.) . Caminhos da Aprendizagem Histórica: História Medieval e História Digital. 1. ed. Rio de Janeiro: Sobreontens/Leitorado Antiguo/UERJ, 2021. v. 1. 130p .

SANTOS-SILVA, Danielle Oliveira. Estas Senhoras Rainhas: Trajetórias de Poder na Realeza Medieval Portuguesa (Séculos XII ao XV) – Um Estudo De Queenship. 2018.126p. Tese (Doutorado em História). Instituto de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ, 2018.

SEGURA, C. La violencia sobre las mujeres en La Edad Media. Estado de la cuestión. In. Clio & Crimen. N. 5 (2008), pp. 24-38. ISSN: 1698-4374.

VIANNA, Luciano J.. A História Medieval entre a formação de professores e o ensino na educação básica: experiências nacionais e internacionais. 1. ed. Rio de Janeiro: Autografia, 2021. v. 1. 804

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